(7 of 3138 = 0%) 36874 - Robert Crumb escala corrimão e foge de sessão de autógrafos em SP - http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/08/robert-crumb-escala-corrimao-e-foge-de-sessao-de-autografos-em-sp.html - Tue, 10 Aug 2010 23:34:31 -0300

Quadrinista participou de palestra ao lado de Gilbert Shelton na Livraria da Vila. Dupla veio ao Brasil para participar da Festa Literária Internacional de Paraty. || A sessão de autógrafos dos quadrinistas pioneiros do underground Robert Crumb e Gilbert Shelton na Livraria da Vila nesta terça-feira (10) em São Paulo terminou com uma cena inusitada. Assinando mais livros que os quarenta incialmente combinados, Crumb se irritou em um momento e subiu em sua cadeira, escalou um corrimão e se dirigiu ao banheiro antes do encerramento oficial da sessão. "Acabaram os autógrafos", disse o autor antes da fuga. O bonachão Shelton, tomando uma cerveja após ficar o dia inteiro sem almoçar, permaneceu mais alguns minutos assinando livros, sempre acompanhados do desenho de seu personagem Fat Freddy, um dos Freak Brothers. Antes da sessão de autógrafos, os dois participaram de uma conversa de mais de uma hora, mediada pelo cartunista brasileiro Caco Galhardo, com direito a perguntas do público. Com a livraria lotada, Crumb se disse impressionado com a quantidade de pessoas que admiram seu trabalho. "Eu não entendo porque todo mundo me ama. Meus quadrinhos são tão nojentos, cheios de misantropia" brincou. "Cedo ou tarde eu acho que alguém da plateia vai se levantar e me dar um tiro". Shelton concordou que o assédio foi grande. "Mas as pessoas se concentravam mais no Crumb em Paraty. Era só eu colocar um boné de beisebol e óculos escuros que ninguém me reconhecia", contou em meio a risos. Mais tarde, Crumb contou que ficou impressionado com São Paulo (“como vocês vivem aqui sem ficar loucos?”), mas disse que a visita ao Brasil o fez repensar seus conceitos. “As pessoas fazem muita propaganda negativa do país, preocupadas com a violência. Mas todo mundo tem sido tão gentil e doce com a gente”, elogiou. Falando sobre seu atual endereço, a pequena cidade de Sauve, no sul da Frnça, Crumb citou um amigo, dizendo que “o sul da França é o lugar para onde os artistas vão para morrer”. Ele voltou a elogiar as mulheres brasileiras, como havia feito anteriormente durante a passagem pela Festa Literária Internacional de Paraty. “Têm mulheres grandes, é um paraíso para o voyeur. Ainda mais com aqueles jeans apertados, saias curtas, botas, saltos altos. Não sei o que é, passei 20 anos no analista tentando entender as minhas taras”, conta. Crumb também ganhou vinis de 78 rotações, outra de suas taras, de vários fãs. “Ah, Bing Crosby, esse cara é chato”, reclamou em um momento. “Parece que aqui é Natal!”, exclamou animado na terceira vez que o ofereceram discos.


( = ) 36896 - Quadrinistas americanos fazem palestra em São Paulo - http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/08/quadrinistas-americanos-fazem-palestra-em-sao-paulo.html - Tue, 10 Aug 2010 20:58:17 -0300 = 0.56272548885786

Robert Crumb e Gilbert Shelton falam sobre suas obras. Dupla também esteve na Festa Literária de Paraty. || Robert Crumb durante palestra em São Paulo. Americano elogiou as 'mulheres grandes' do Brasil, as 'saias curtas, os jeans apertados e os saltos altos'. 'Para um voyer, é o melhor país. Passei 20 anos no analista tentando entender essas minhas taras', disse Crumb.


( = ) 37291 - Lula e Ahmadinejad na berlinda em Feira Literária - http://opovo.uol.com.br/app/politica/2010/08/07/noticiapolitica,2028251/lula-e-ahmadinejad-na-berlinda-em-feira-literaria.shtml - Sat, 07 Aug 2010 14:07:00 GMT = 0.0602859499551593

|| As controversas relações entre os governos do Irã e do Brasil foram intensamente abordadas durante a Feira Literária de Paraty, que conclui neste domingo, 8 de agosto, na cidade histórica do sul do Rio de Janeiro (sudeste). Os comentários mais fortes partiram da escritora iraniana Azar Nafisi, autora do best seller "Lendo Lolita em Teerã" (2004). Em mesa literária realizada na noite de sexta-feira, Nafisi criticou a reação do governo do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ao caso da iraniana Sakineh Mohammadi-Ashtiani, condenada à morte por apedrejamento em seu país. "Soube que o presidente Lula, no início, disse que não cabia a ele intervir. Antes de tudo, não intervindo, você está intervindo. Não há inocência neste mundo", disse Nafisi, de 54 anos, que em 1981 foi expulsa da Universidade de Teerã, onde ensinava Literatura, por se recusar a usar o véu. "Ele (Lula) disse: 'Eu peço ao meu amigo, Sr. Ahmadinejad, se esta mulher o deixa desconfortável, mande ela para o Brasil'. Esta mulher não está deixando ninguém desconfortável, é o presidente Ahmadinejad que está deixando esta mulher desconfortável matando-a", afirmou a escritora, que foi ovacionada pelo público. "Lula pensa que este cara (Ahmadinejad) é seu amigo. Este cara apedreja seus cidadãos até a morte. No Brasil não há pena de morte. Como ele pode ser seu amigo?", concluiu Nafisi. Anteriormente, o escritor britânico de origem indiana Salman Rushdie havia manifestado apoio ao Brasil em seus esforços diplomáticos salvar Ashtiani, durante um encontro com a imprensa no mesmo evento. "Ficaria feliz se qualquer nação pudesse ajudar neste caso. Porque isso tem que ser resolvido sem que esta pobre mulher seja executada. Se o governo brasileiro for capaz de ajudar, isso seria uma coisa excelente", disse Rushdie. Sakineh Mohammadi-Ashtiani, 43 anos, mãe de dois filhos, foi condenada em 2006 por ter mantido uma "relação ilegal" com dois homens, após a morte de seu marido por "assassinato". O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva propôs no dia 31 de julho asilo a Sakineh Mohammadi-Ashtiani, uma oferta apoiada por Washington, mas que as autoridades iranianas negaram.


( = ) 73071 - Estrelas dizem que Comer, Rezar, Amar mudou suas vidas - http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/estrelas+dizem+que+comer+rezar+amar+mudou+suas+vidas/n1237745448626.html - Wed, 11 Aug 2010 14:07:45 -0300 = 0.0578733061713416

Reuters Protagonizado por Julia Roberts, filme é um dos aguardados da temporada Foto: AP Quem já não teve vontade de fazer isso? Arrumar as malas e pegar um voo para uma terra distante. Fugir do mundo, refletir sobre a vida e resgatar sua alma dos "fast foods" modernos, carreiras agitadas e namoros apressados. O novo filme Comer, Rezar, Amar estreia nos cinemas norte-americanos na sexta-feira como um dos lançamentos mais aguardados da temporada. É baseado no livro de memórias, sucesso de vendas, de Elizabeth Gilbert e sua busca atravessando o mundo atrás de auto-descoberta depois de um divórcio. Enquanto filmes de Hollywood de alto orçamento são geralmente criados a partir de fantasias, as estrelas de Comer, Rezar, Amar , Julia Roberts e Javier Bardem, dizem que o filme é diferente porque é real. E, de algumas formas, ajudou a mudar suas próprias vidas. "Todos nós já pensamos em deixar tudo e fazer uma viagem para outro lugar", disse Bardem, que interpreta Felipe – o interesse amoroso de Gilbert –, e que recentemente se casou com a atriz Penelope Cruz após a produção do filme. "O filme fala sobre pessoas que estão tentando enfrentar dúvidas, medos, inseguranças e isso fala com todo mundo", disse ele. Roberts, que interpreta Gilbert, disse à Reuters em uma entrevista separada que conseguiu se identificar com a busca pessoal de Gilbert. A atriz, de 42 anos, já foi a estrela mais bem paga de Hollywood. Ela ganhou o Oscar em 2000 por seu papel no drama Erin Brockovich , mas desde então tem feito principalmente papeis menores e tirou um tempo para se casar e ter três filhos. "Não faço o papel principal de um filme há muito tempo e eu queria saber se esse tipo de trabalho ainda seria interessante para mim, e eu estava muito feliz ao final disso por me sentir incrivelmente realizada como uma pessoa criativa", disse ela. Roberts apareceu nas manchetes da semana passada e disse em uma entrevista que agora estava praticando o hinduísmo. O filme conta a viagem de um ano de Gilbert pela Itália, Índia e Indonésia, onde ela busca novos horizontes através de grandes porções de massas, reza e orientação de um curandeiro de Bali. Filmado em quatro continentes, o elenco e a equipe de produção literalmente saiu do mapa, gravando nos locais que Gilbert visitou, filmando em um ashram na Índia e na casa de um curandeiro balinês – importante figura no livro e no filme. || Quem já não teve vontade de fazer isso? Arrumar as malas e pegar um voo para uma terra distante. Fugir do mundo, refletir sobre a vida e resgatar sua alma dos "fast foods" modernos, carreiras agitadas e namoros apressados. estreia nos cinemas norte-americanos na sexta-feira como um dos lançamentos mais aguardados da temporada. É baseado no livro de memórias, sucesso de vendas, de Elizabeth Gilbert e sua busca atravessando o mundo atrás de auto-descoberta depois de um divórcio. Enquanto filmes de Hollywood de alto orçamento são geralmente criados a partir de fantasias, as estrelas de Comer, Rezar, Amar , Julia Roberts e Javier Bardem, dizem que o filme é diferente porque é real. E, de algumas formas, ajudou a mudar suas próprias vidas. "Todos nós já pensamos em deixar tudo e fazer uma viagem para outro lugar", disse Bardem, que interpreta Felipe – o interesse amoroso de Gilbert –, e que recentemente se casou com a atriz Penelope Cruz após a produção do filme. "O filme fala sobre pessoas que estão tentando enfrentar dúvidas, medos, inseguranças e isso fala com todo mundo", disse ele. Roberts, que interpreta Gilbert, disse à Reuters em uma entrevista separada que conseguiu se identificar com a busca pessoal de Gilbert. A atriz, de 42 anos, já foi a estrela mais bem paga de Hollywood. Ela ganhou o Oscar em 2000 por seu papel no drama Erin Brockovich , mas desde então tem feito principalmente papeis menores e tirou um tempo para se casar e ter três filhos. "Não faço o papel principal de um filme há muito tempo e eu queria saber se esse tipo de trabalho ainda seria interessante para mim, e eu estava muito feliz ao final disso por me sentir incrivelmente realizada como uma pessoa criativa", disse ela. Roberts apareceu nas manchetes da semana passada e disse em uma entrevista que agora estava praticando o hinduísmo. O filme conta a viagem de um ano de Gilbert pela Itália, Índia e Indonésia, onde ela busca novos horizontes através de grandes porções de massas, reza e orientação de um curandeiro de Bali. Filmado em quatro continentes, o elenco e a equipe de produção literalmente saiu do mapa, gravando nos locais que Gilbert visitou, filmando em um ashram na Índia e na casa de um curandeiro balinês – importante figura no livro e no filme.


( = ) 70551 - Estrelas de "Comer, Rezar, Amar" dizem que obra mudou suas vidas - http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/08/11/estrelas-de-comer-rezar-amar-dizem-que-obra-mudou-suas-vidas.jhtm - Wed, 11 Aug 2010 13:06:00 -0300 = 0.0561052202137199

|| SÃO FRANCISCO (Reuters) - Quem já não teve vontade de fazer isso? Arrumar as malas e pegar um voo para uma terra distante. Fugir do mundo, refletir sobre a vida e resgatar sua alma dos "fast foods" modernos, carreiras agitadas e namoros apressados. O novo filme "Comer, Rezar, Amar" estreia nos cinemas norte-americanos na sexta-feira como um dos lançamentos mais aguardados da temporada. É baseado no livro de memórias, sucesso de vendas, de Elizabeth Gilbert e sua busca atravessando o mundo atrás de auto-descoberta depois de um divórcio. Enquanto filmes de Hollywood de alto orçamento são geralmente criados a partir de fantasias, as estrelas de "Comer, Rezar, Amar", Julia Roberts e Javier Bardem, dizem que o filme é diferente porque é real. E, de algumas formas, ajudou a mudar suas próprias vidas. "Todos nós já pensamos em deixar tudo e fazer uma viagem para outro lugar", disse Bardem, que interpreta Felipe -- o interesse amoroso de Gilbert --, e que recentemente se casou com a atriz Penelope Cruz após a produção do filme. "O filme fala sobre pessoas que estão tentando enfrentar dúvidas, medos, inseguranças e isso fala com todo mundo", disse ele. Roberts, que interpreta Gilbert, disse à Reuters em uma entrevista separada que ela conseguiu se identificar com a busca pessoal de Gilbert. A atriz, de 42 anos, já foi a estrela mais bem paga de Hollywood. Ela ganhou o Oscar em 2000 por seu papel no drama "Erin Brockovich", mas desde então tem feito principalmente papeis menores e tirou um tempo para se casar e ter três filhos. "Não faço o papel principal de um filme há muito tempo e eu queria saber se esse tipo de trabalho ainda seria interessante para mim, e eu estava muito feliz ao final disso por me sentir incrivelmente realizada como uma pessoa criativa", disse ela. Roberts apareceu nas manchetes da semana passada e disse em uma entrevista que agora estava praticando o hinduísmo. O filme conta a viagem de um ano de Gilbert pela Itália, Índia e Indonésia, onde ela busca novos horizontes através de grandes porções de massas, reza e orientação de um curandeiro de Bali. Filmado em quatro continentes, o elenco e a equipe de produção literalmente saiu do mapa, gravando nos locais que Gilbert visitou, filmando em um ashram na Índia e na casa de um curandeiro balinês -- importante figura no livro e no filme.


( = ) 68963 - Bardem e Roberts dizem que 'Comer, rezar, amar' mudou suas vidas - http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/08/estrelas-de-comer-rezar-amar-dizem-que-obra-mudou-suas-vidas.html - Wed, 11 Aug 2010 12:08:00 -0300 = 0.0536966653006087

'Todos nós já pensamos em deixar tudo e fazer uma viagem', diz ator. Julia Roberts disse que se identificou com a busca pessoal da autora. || Quem já não teve vontade de fazer isso? Arrumar as malas e pegar um voo para uma terra distante. Fugir do mundo, refletir sobre a vida e resgatar sua alma dos "fast foods" modernos, carreiras agitadas e namoros apressados. O novo filme "Comer, Rezar, Amar" estreia nos cinemas norte-americanos na sexta-feira como um dos lançamentos mais aguardados da temporada. É baseado no livro de memórias, sucesso de vendas, de Elizabeth Gilbert e sua busca atravessando o mundo atrás de auto-descoberta depois de um divórcio. Enquanto filmes de Hollywood de alto orçamento são geralmente criados a partir de fantasias, as estrelas de "Comer, rezar, amar", Julia Roberts e Javier Bardem, dizem que o filme é diferente porque é real. E, de algumas formas, ajudou a mudar suas próprias vidas. "Todos nós já pensamos em deixar tudo e fazer uma viagem para outro lugar", disse Bardem, que interpreta Felipe - o interesse amoroso de Gilbert -, e que recentemente se casou com a atriz Penelope Cruz após a produção do filme. "O filme fala sobre pessoas que estão tentando enfrentar dúvidas, medos, inseguranças e isso fala com todo mundo", disse ele. Roberts, que interpreta Gilbert, disse à Reuters em uma entrevista separada que ela conseguiu se identificar com a busca pessoal de Gilbert. A atriz, de 42 anos, já foi a estrela mais bem paga de Hollywood. Ela ganhou o Oscar em 2000 por seu papel no drama "Erin Brockovich", mas desde então tem feito principalmente papeis menores e tirou um tempo para se casar e ter três filhos. "Não faço o papel principal de um filme há muito tempo e eu queria saber se esse tipo de trabalho ainda seria interessante para mim, e eu estava muito feliz ao final disso por me sentir incrivelmente realizada como uma pessoa criativa", disse ela. Roberts apareceu nas manchetes da semana passada e disse em uma entrevista que agora estava praticando o hinduísmo. O filme conta a viagem de um ano de Gilbert pela Itália, Índia e Indonésia, onde ela busca novos horizontes através de grandes porções de massas, reza e orientação de um curandeiro de Bali. Filmado em quatro continentes, o elenco e a equipe de produção literalmente saiu do mapa, gravando nos locais que Gilbert visitou, filmando em um ashram na Índia e na casa de um curandeiro balinês -- importante figura no livro e no filme.


( = ) 87240 - São Paulo compra 38% dos livros consumidos no Brasil - http://noticias.r7.com/economia/noticias/sao-paulo-compra-38-dos-livros-consumidos-no-brasil-20100811.html - 11 Aug 2010 23:00:00 GMT = 0.0419856248098643

Morador do Estado gasta R$ 47,70 com livros e publicações impressas || O Estado de São Paulo, além de ser responsável por 31% do PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todas as riquezas produzidas por uma nação) do Brasil, responde por 38% do total de livros vendidos no país, segundo pesquisa realizada pelo grupo Ibope. De acordo com o levantamento, o gasto médio do paulista com livros e publicações impressas é de R$ 47,70. A classe B é responsável por 56% dos gastos com livros no Estado. Enquanto a classe A tem fatia de 31%, a classe C responde por 12% e as classes D/E, juntas, ficam com 1% do gasto médio. Somente a capital paulista consome 14% dos livros comercializados no país e os paulistanos gastam, em média, R$ 67,30 por ano com estes produtos. Na cidade de São Paulo, juntas, as classes A e B são responsáveis por 92% dos gastos com livros e publicações impressas. A classe C responde por 7% e a classe E por menos de 0,5%. Para Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do IBOPE Inteligência, o livro ainda é um produto consumido pelas classes A e B. - O grande desafio do setor editorial é fazer o livro crescer na classe C, que já consome informação pela internet, mas nem tanto pelos livros. São Paulo vai receber a 21ª edição da Bienal Internacional do Livro entre os dia 12 e 22 de agosto no Anhembi, na zona Norte da capital.


( = ) 57975 - "É duro ser estátua" e a busca pelo Santo Graal do humor - http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4615835-EI6581,00.html - Wed, 11 Aug 2010 08:08:15 -0200 = 0.0415435287372082

|| Tudo que o cartunista, desenhista, design gráfico, jornalista e poeta Nildão criou, fez e perambulou foi sob a máxima: "Faz o que gosta ou será um bosta". Sempre inquieto, como ele mesmo define, Nildão cursava o segundo ano de medicina, quando percebeu que estava no "caminho errado", rumou para o curso de jornalismo, onde se formou, acalentando o projeto de ser cartunista em jornais. "Mas mesmo assim, eu percebi que eu queria mais do que isso". Partiu para o design gráfico mesmo tendo ganho inúmeros prêmios em Salões de Humor. São dessa época os livros "Me segura qu'eu vou dar um traço", de 1980, e "Bahia - Odara ou desce". Nildão achou que esse último seria um grande sucesso, mas o livro demorou tanto a ser impresso (cinco anos) que, quando saiu, Nildão já estava em outra. "Eu achei que o cartum era uma coisa limitada por precisar de códigos e de ajustes, eu precisava buscar novas linguagens no humor". Logo depois da abertura política, o artista decidiu levar o grafite para as ruas de Salvador "dizendo coisas que, na época, eram inadmissíveis, falsas notícias, bem cruéis". Em 2001, retornou as suas origens, e lançou o livro de cartuns "É duro ser estátua", que o leitor de Terra Magazine confere semanalmente. A trajetória do artista também inclui uma livraria, de onde conta que decidiu sair no seu melhor momento: "Vendi pra ficar no ateliê, pra fazer cartum". Ele explica, desapegado, "sempre estou abrindo mão das facilidades para fazer coisas que eu gosto". - Eu busco a lógica lírica, o sentimento, o despertar de uma qualidade nas pessoas, a capacidade de emocionar os outros. Fujo da piada desenhada, eu prefiro criar um clima, com as cores, com um universo mais lúdico. - Pouca coisa surpreende a gente, pouca novidade surge, eu estou em busca dessas novidades, do Santo Graal. No site: wwwnildaocombr o leitor pode encontrar os trabalhos de seus doze livros e produtos de sua criação - livros, pôsters, postais e camisetas - estão disponíveis na loja virutal.


( = ) 61339 - Dólar sobe 0,39% no início da sessão, para R$ 1,765 na venda - http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2010/08/11/dolar-sobe-039-no-inicio-da-sessao-para-r-1765-na-venda.jhtm - Wed, 11 Aug 2010 09:07:00 -0300 = 0.0396018882796979

|| SÃO PAULO - O dólar comercial registra alta no início da sessão desta quarta-feira. Há pouco, a moeda americana valia R$ 1,763 na compra e R$ 1,765 na venda, valorização de 0,39%. Já no mercado futuro, o contrato de setembro negociado na BM & F subia 0,65%, cotado a R$ 1,7735. Ontem, o dólar avançou 0,34% e encerrou a sessão negociado a R$ 1,758 na venda.


( = ) 62952 - Peça de Noel Rosa é atração em livraria na Aldeota - http://blog.jangadeiroonline.com.br/to-na-janga/peca-de-noel-rosa-e-atracao-hoje-na-livraria-cultura-10356/ - Wed, 11 Aug 2010 13:01:40 +0000 = 0.0388604055887462

A atração, misto de teatro e canto, é inspirada na revista radiofônica de mesmo nome, escrita por Noel Rosa, uns dos grandes ícones da música brasileira || O Coral das Artes Cênicas do IFCE apresenta o espetáculo “A Noiva e o Condutor”, no auditório da Livraria Cultura, às 19 horas desta quarta-feira (11), em Fortaleza. A atração, misto de teatro e canto, é inspirada na revista radiofônica de mesmo nome, escrita por Noel Rosa, uns dos grandes ícones da música brasileira, que, em 2010, completaria 100 anos de vida. Endereço: Av.


( = ) 55559 - Após ser fotografado em festa, Barbosa reaparece no STF - http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4616741-EI306,00.html - Wed, 11 Aug 2010 07:17:28 -0200 = 0.0381853262727184

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, em licença médica desde o dia 26 de abril, participou na terça feira da sessão de julgamentos da 2ª Turma do tribunal. A reaparição ocorreu em meio a pressões para que volte definitivamente a suas funções ou se aposente, após ter sido fotografado no fim de semana em encontros com amigos em uma festa e em um bar em Brasília. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. || O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, em licença médica desde o dia 26 de abril, participou na terça-feira da sessão de julgamentos da 2ª Turma do tribunal. A reaparição ocorreu em meio a pressões para que volte definitivamente a suas funções ou se aposente, após ter sido fotografado no fim de semana em encontros com amigos em uma festa e em um bar em Brasília. As informações são do jornal O Estado de SPaulo . Em nota divulgada à imprensa, Barbosa afirmou que as fotos divulgadas no fim de semana retratavam momentos de lazer, aconselhados pelos seus médicos. "Invadiram minha privacidade em alguns poucos momentos de lazer, permitidos e até aconselhados pelos médicos que me assistem", disse. Apesar de participar da sessão na terça-feira, Barbosa não disse quando retornará definitivamente ao STF. Com a interrupção da licença, a 2ª Turma pôde julgar processos que são relatados por Barbosa. Advogados reclamam que os frequentes afastamentos do ministro para tratamento de saúde têm atrasado o julgamento das causas.


( = ) 81810 - A relação de Nick Cave com o Brasil - http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/musica/a+relacao+de+nick+cave+com+o+brasil/n1237745739433.html - Wed, 11 Aug 2010 17:38:59 -0300 = 0.0371942393642294

Pedro Alexandre Sanches, repórter especial iG Cultura Ex-mulher e amigos relembram passagem do roqueiro na década de 1980 Foto: Reprodução Nick Cave não era o artista mundialmente aclamado de hoje quando veio tocar no Brasil com sua banda, The Bad Seeds, em 1989. Atraíra alguma atenção na virada dos anos 70 para os 80 como líder da banda pós-punk (e underground) The Birthday Party, e com os Bad Seeds havia lançados discos de respeito no circuito “art rock”, como Kicking Against the Pricks (1985) e Tender Prey (1988). O que a princípio seria uma passagem rápida por um país distante acabou por mudar o curso de sua vida, a ponto de Nick vir morar no Brasil entre 1990 e 1993. Em São Paulo, aproximou-se dos jornalistas Bia Abramo e Thomas Pappon, da (hoje extinta) revista musical Bizz. Bia o apresentou à amiga Viviane Carneiro, que trabalhava na editora Abril e iniciou um romance com Nick entre noitadas no templo underground da época, o Espaço Retrô. “Decidimos que eu ia morar com ele na Inglaterra, mas logo fiquei grávida, e Nick mesmo falou que era melhor virmos para o Brasil”, conta Viviane, que vive em Londres e hoje é psicoterapeuta. Em 1990, foram morar na Vila Madalena, e em São Paulo nasceu Luke, que hoje tem 19 anos e planeja ser cientista. “ The Good Son foi muito inspirado na primeira viagem de Nick ao Brasil”, ela lembra, referindo-se ao disco de 1990 que começa com uma canção de inspiração religiosa em português, "Foi na Cruz". “Muitas músicas de Henry’s Dream (de 1992) ele escreveu aí.” Segundo Bia Abramo, o Brasil foi importante para o músico num momento em que ele havia passado por uma desintoxicação de heroína. “O Brasil era um bom lugar para isso, a heroína era muito rara aqui. A gente não saía em público, se reunia para fazer som, ouvir som. Era caseirinho, acho que a ideia dele era mesmo dar uma recolhida. Era São Paulo pré-internet, foi mesmo um recolhimento, uma hibernação”, diz a jornalista. “Quando conheci Nick ele estava clean, não estava tomando drogas pesadas. No fim da nossa relação ele começou a pegar pesado de novo”, lembra Viviane. “Não acho que tenha ido ao Brasil se limpar, não é bem assim. Não estava tomando heroína, o que não quer dizer que não estava bebendo um monte e fazendo outras coisas”, ri. “Olhando para trás, foi difícil para ele. Tinha a coisa de não falar português, não conseguiu ficar muito independente. A gente era tão jovem, foi um momento muito legal para nós.” Segundo Bia, o artista não se ligou especialmente ao Brasil: “Não se interessava pelo rock brasileiro, nem pela música brasileira. Nick ficou muito ressentido com o Brasil, não só por causa da imprensa burra e babona, mas também porque não rolaram mais shows aqui. Os tempos eram mais esquisitos que hoje”. O cantor e Viviane se mudaram para Londres em 1993, e ficaram juntos até pouco antes do lançamento de Murder Ballads (1996), que se tornaria seu disco mais bem-sucedido comercialmente até então. Adiante, viriam novos trabalhos festejados pelos críticos musicais, como The Boatman’s Call (1997) e Abattoir Blues/The Lyre of Orpheus (2004). Viviane diz que não leu A Morte de Bunny Munro (editado lá fora no ano passado). “Não li, nem tenho a menor vontade de ler. Sei do que se trata e, apesar de ser um personagem, acho difícil ficar lendo uma pessoa com quem fui casada falando sobre fantasias sexuais que nós tínhamos”. Atualmente, o artista prepara, para setembro, o lançamento do segundo disco com a banda Grinderman, que montou paralelamente aos Bad Seeds. || Nick Cave não era o artista mundialmente aclamado de hoje quando veio tocar no Brasil com sua banda, The Bad Seeds, em 1989. Atraíra alguma atenção na virada dos anos 70 para os 80 como líder da banda pós-punk (e underground) The Birthday Party, e com os Bad Seeds havia lançados discos de respeito no circuito “art rock”, como Kicking Against the Pricks (1985) e Tender Prey (1988). O que a princípio seria uma passagem rápida por um país distante acabou por mudar o curso de sua vida, a ponto de Nick vir morar no Brasil entre 1990 e 1993. Em São Paulo, aproximou-se dos jornalistas Bia Abramo e Thomas Pappon, da (hoje extinta) revista musical Bizz. Bia o apresentou à amiga Viviane Carneiro, que trabalhava na editora Abril e iniciou um romance com Nick entre noitadas no templo underground da época, o Espaço Retrô. “Decidimos que eu ia morar com ele na Inglaterra, mas logo fiquei grávida, e Nick mesmo falou que era melhor virmos para o Brasil”, conta Viviane, que vive em Londres e hoje é psicoterapeuta. Em 1990, foram morar na Vila Madalena, e em São Paulo nasceu Luke, que hoje tem 19 anos e planeja ser cientista. “ The Good Son foi muito inspirado na primeira viagem de Nick ao Brasil”, ela lembra, referindo-se ao disco de 1990 que começa com uma canção de inspiração religiosa em português, "Foi na Cruz". “Muitas músicas de Henry’s Dream (de 1992) ele escreveu aí. Segundo Bia Abramo, o Brasil foi importante para o músico num momento em que ele havia passado por uma desintoxicação de heroína. “O Brasil era um bom lugar para isso, a heroína era muito rara aqui. A gente não saía em público, se reunia para fazer som, ouvir som. Era caseirinho, acho que a ideia dele era mesmo dar uma recolhida. Era São Paulo pré-internet, foi mesmo um recolhimento, uma hibernação”, diz a jornalista. “Quando conheci Nick ele estava clean, não estava tomando drogas pesadas. No fim da nossa relação ele começou a pegar pesado de novo”, lembra Viviane. “Não acho que tenha ido ao Brasil se limpar, não é bem assim. Não estava tomando heroína, o que não quer dizer que não estava bebendo um monte e fazendo outras coisas”, ri. “Olhando para trás, foi difícil para ele. Tinha a coisa de não falar português, não conseguiu ficar muito independente. A gente era tão jovem, foi um momento muito legal para nós. Segundo Bia, o artista não se ligou especialmente ao Brasil: “Não se interessava pelo rock brasileiro, nem pela música brasileira. Nick ficou muito ressentido com o Brasil, não só por causa da imprensa burra e babona, mas também porque não rolaram mais shows aqui. Os tempos eram mais esquisitos que hoje”. O cantor e Viviane se mudaram para Londres em 1993, e ficaram juntos até pouco antes do lançamento de Murder Ballads (1996), que se tornaria seu disco mais bem-sucedido comercialmente até então. Adiante, viriam novos trabalhos festejados pelos críticos musicais, como The Boatman’s Call (1997) e Abattoir Blues/The Lyre of Orpheus (2004). Viviane diz que não leu A Morte de Bunny Munro (editado lá fora no ano passado). “Não li, nem tenho a menor vontade de ler. Sei do que se trata e, apesar de ser um personagem, acho difícil ficar lendo uma pessoa com quem fui casada falando sobre fantasias sexuais que nós tínhamos”. Atualmente, o artista prepara, para setembro, o lançamento do segundo disco com a banda Grinderman, que montou paralelamente aos Bad Seeds.


( = ) 73994 - Mulher presa na festa da 'Playboy' participou de reality com Ju Paes - http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI4617444-EI13419,00.html - Wed, 11 Aug 2010 14:22:12 -0200 = 0.0355266757367499

Gabriel Perline Direto de São Paulo || Detida em flagrante na madrugada de terça-feira (9) por furtar objetos de convidados, como bolsas e notebook, na festa de aniversário de 35 anos da Playboy , Vanessa Freire de Mello, de 26 anos, é habitué em festas e eventos que concentram grande número de celebridades. Na festa, que teve a atriz Cleo Pires como anfitriã, Vanessa aproveitou o tumulto da imprensa e invadiu a Sociedade Hípica. De acordo com a Assessoria de Comunicação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, os seguranças notaram que sua bolsa estava volumosa demais e decidiram revistá-la. Durante o procedimento, encontraram objetos de outras pessoas que haviam desaparecido durante a comemoração. Ela recebeu ordem de prisão e foi encaminhada para o 14º DP do Leblon. Vanessa permanecerá detida até o momento de seu julgamento. Prova de seu vislumbramento com o mundo dos famosos é que em agosto de 2009 ela participou de uma espécie de reality show virtual com Juliana Paes. Na ocasião, a atriz selecionou dez fãs através do Twitter de sua grife de roupas para participar do ensaio fotográfico da coleção Primavera-Verão e Vanessa posou ao lado da Global em diversos momentos. Foram realizados vídeos e fotos do making off, que acabaram sendo publicados no perfil da rede de microblogs e acompanhado por mais de 70 mil pessoas. Nesta ocasião, ela gerou alguns incômodos à produção do evento e aos fãs, que consideraram seu comportamento exagerado e bastante suspeito. "Lembro que ao vê-la, comentamos das ações dela ao falar sobre a Juliana, sobre o modo com o qual ela demonstrava estar ali apenas para provar para uma amiga, fã da atriz, que era capaz de conseguir ser selecionada. Estranhamos isso, pois ela disse não ser fã e estar ali apenas por diversão e para fazer inveja à amiga. A maneira como falava sobre o evento, os assuntos, percebíamos um certo distúrbio de comportamento, que virou assunto entre os outros participantes. Ao encontrar com a Juliana, mudou totalmente seu perfil, demonstrando ser a maior fã da atriz, 'chorando' e se dizendo emocionada, o que causou maior estranheza em nós. Como alguém que minutos atrás demonstrava desprezo à atriz, momentos depois parecia ser a maior fã do mundo?", relatou Felipe Oliveira, estudante de Propaganda e Marketing, que foi um dos selecionados para o evento. Além da contradição apontada em seu comportamento, a estudante de Publicidade e Propaganda Ana Paula Albuquerque, fã selecionada para participar do reality, criticou as atitudes de Vanessa. "Ela reclamava da produção que, segundo ela, não a deu atenção e privilégios que outros fãs receberam. Reclamava quando não estava aparecendo muito nas fotos e tentava sempre ficar bem visível", relatou. "Parecia tudo muito forçado, para aparecer, uma personagem estranha criada para o evento. Depois, vendo Orkut, Facebook, percebi o fanatismo da Vanessa pelo mundo dos famosos. Várias fotos e declarações de amor para vários artistas, idas a eventos, festas, desfiles", concluiu. A organização do evento também não se mostrou satisfeita com o comportamento da garota. "Durante toda a espera à chegada da Juliana Paes, a Vanessa fez questão de dizer que tudo aquilo era exagerado, que ninguém podia gostar tanto de uma atriz assim. Esse comportamento dela acabou prejudicando um pouco o bem estar do evento, que era exatamente reunir fãs reais da atriz", disse Joana Sene, Executiva de Contas, que na ocasião trabalhou na produção digital do reality.


( = ) 53953 - ‘Ouvi o tiro e vi meu neto no chão’, conta avô de jovem morto em SP - http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/08/ouvi-o-tiro-e-vi-meu-neto-no-chao-conta-avo-de-jovem-morto-em-sp.html - Wed, 11 Aug 2010 06:43:36 -0300 = 0.0329760789675225

Idoso trabalha em lava-rápido de estacionamento, onde disparo foi feito. Polícia só foi chamada por funcionários de hospital. || O avô do adolescente Fabrício Gonçalves de Oliveira, de 15 anos, que foi baleado na barriga em um estacionamento na Praça Nossa Senhora Aparecida, esquina com a Avenida Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, nesta terça-feira (10) disse ao G1 que ouviu o barulho do tiro e que saiu correndo em seguida. “Eu estava no primeiro subsolo. Ouvi o tiro e desci correndo (para o segundo subsolo, onde ocorreu o disparo). Eu vi meu neto no chão e a minha filha (mãe da vítima) estava tentando levantá-lo”, contou Jair Gonçalves de Oliveira, bastante abalado, antes de prestar depoimento sobre o ocorrido no 27º DP, no Campo Belo, na Zona Sul. Era a segunda visita do jovem ao estacionamento. “Ele veio comigo ontem (segunda-feira) e veio hoje”, revelou Jair. Segundo ele, o próprio autor do disparo, um rapaz de 23 anos, foi quem socorreu o neto, levando-o para o PS Alvorada, também na Zona Sul. Ele não resistiu ao ferimento. “Ele pegou o carro do patrão, botou o meu neto dentro e levou”, disse. Jair contou que o funcionário que efetuou o disparo trabalha no estacionamento como manobrista há cerca de um ano. Ele e a filha trabalham no lava-rápido que funciona no estacionamento. “Nunca tive qualquer problema com ele. Nunca vi ninguém com arma, não sei de onde veio esta arma”, disse. Para a polícia, o tiro, aparentemente, foi acidental, mas vai ser investigado. A arma, uma pequena e velha garrucha de dois canos calibre 22, foi encontrada no primeiro subsolo – estava atrás de uma pilha de madeira e enrolada em um saco plástico branco -, depois de uma varredura feita pelos policiais militares. De acordo com os depoimentos colhidos pelos policiais no local, o jovem foi baleado por volta das 16h. Em seguida, foi socorrido e levado para o hospital, onde morreu por volta das 16h40. A polícia só foi avisada do ocorrido por funcionários do PS Alvorada, depois de o jovem baleado já ter dado entrada. Desta forma, o autor do disparo teve tempo suficiente para socorrer a vítima, retornar ao estacionamento, pegar o carro dele e fugir do local.


( = ) 36943 - Mulheres vítimas de violência devem ter mais amplo acesso à Justiça, diz ministra - http://noticias.r7.com/brasil/noticias/mulheres-vitimas-de-violencia-devem-ter-mais-acesso-a-justica-diz-ministra-20100807.html - 7 Aug 2010 19:48:00 GMT = 0.032897352411662

Mulheres violentadas devem ter maior acesso à Justiça || Completados quatro anos de vigência da Lei Maria da Penha, a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, identificou os dois principais desafios ao funcionamento da lei: a ampliação do acesso à Justiça e a consciência de que a violência contra a mulher é um problema de toda a sociedade. Ao participar nesta sexta-feira (6), no Rio de Janeiro, de um ato pela instituição de legislação específica sobre os casos de violência doméstica feminina, a ministra disse que a lei foi um marco para a sociedade brasileira, mas ainda há muito a ser feito no país. - Hoje se discute mais a questão da violência contra a mulher. E, com a lei, temos podido implementar uma rede de serviços especializados no atendimento à violência contra a mulher. Evidentemente, muita coisa ainda falta. [. ] É um problema da sociedade no qual todos e todas estão implicados. Segundo Nilcéia, acabar com a violência contra a mulher é uma questão que envolve governo e sociedade. - Temos que trabalhar juntos. Nós sabemos que uma política pública, como uma política de enfrentamento da violência contra as mulheres, precisa ser feita de maneira persistente e continuada. E é muito importante também que não só o governo federal, mas os governos estaduais abracem essa luta e coloquem no centro das suas agendas essa questão. Em comemoração aos quatro anos da Lei Maria da Penha, o 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, da Justiça do Rio, fez um mutirão para solucionar cerca de mil processos ao longo deste mês. As próximas audiências ocorrerão nos dias 12 e 13. Segundo o TJ, há mais de 90 mil ações de violência contra a mulher no estado. Em todo o país, o número de atendimentos da Linha 180 - da Central de Atendimento à Mulher - aumentou 112% de janeiro a junho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O canal de comunicação, segundo a Secretaria, já realizou 1266941 de atendimentos. Nem todas as ligações para a central. Dos mais de 343 mil atendimentos do primeiro semestre de 2010, cerca de 62 mil relatavam casos de violência. A agressão física – que inclui lesões corporais e tentativas de homicídio – é a mais comum e representa 30% dos casos de violência. Em segundo lugar vêm as agressões psicológicas, com 10721 casos, dos quais 6148 ameaças.


( = ) 65725 - De volta ao Brasil, Grazi Massafera circula sozinha pelo Leblon - http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI4617085-EI13419,00.html - Wed, 11 Aug 2010 11:15:44 -0200 = 0.0326321665560307

Após passar uma temporada nos Estados Unidos, Grazi Massafera está de volta ao Brasil. De férias desde o fim de Tempos Modernos, a atriz foi fotografada na terça feira (10) circulando pelas ruas do Leblon, no Rio. Sozinha, ela visitou uma livraria e uma locadora de filmes. || Após passar uma temporada nos Estados Unidos, Grazi Massafera está de volta ao Brasil. De férias desde o fim de Tempos Modernos , a atriz foi fotografada na terça-feira (10) circulando pelas ruas do Leblon, no Rio. Sozinha, ela visitou uma livraria e uma locadora de filmes. Com Cauã Reymond envolvido nas gravações de Passione , a artista teve de viajar para Nova York sem o namorado e ao que tudo indica vai precisar aprender a fazer outros programas na ausência do galã até que ele ganhe uma folguinha da novela.


( = ) 66294 - Gaguim pede apoio às mulheres contra prostituição juvenil - http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/gaguim+pede+apoio+as+mulheres+contra+prostituicao+juvenil/n1237745397212.html - Wed, 11 Aug 2010 11:25:24 -0300 = 0.0324271749948306

Gilson Cavalcante, iG Tocantins Governador e candidato à reeleição no Tocantins participou ontem a noite do lançamento do movimento “Rosas Vermelhas” O governador do Tocantins, Carlos Gaguim (PMDB), candidato à reeleição, pediu a ajuda das mulheres contra a prostituição infantil no Estado. Gaguim – que disputa com Siqueira Campos (PSDB) – fez este apelo durante ato de lançamento do movimento feminino “Rosas Vermelhas” ontem à noite em Palmas, capital. “As mulheres são fundamentais num governo e nós já provamos que reconhecemos isso, reinstalando a Secretaria da Mulher, por exemplo,” afirmou. O movimento “Rosas Vermelhas” é coordenado pela primeira-dama do Estado Rose Amorim. Ela acredita que o "Rosas Vermelhas" canalizará a participação de mais mulheres à campanha da coligação de Gaguim.. "Queremos saber o que as mulheres de cada município acreditam ser prioridade", afirmou, dando a entender que os candidatos da coligação “Força do Povo,” liderada por Gaguim, estão colhendo sugestões das mulheres para criação de políticas públicas para este setor, caso o governador seja reeleito. Gaguim foi o primeiro a discursar no lançamento do “Rosas Vermelhas” e teve que se ausentar, porque tinha compromisso em Goiânia (GO) ontem à noite, para participar da largada promocional do Rally Internacional dos Sertões 2010. Realizado pela Dunas Race, em sua 18ª edição, o Rally é considerado a segunda maior prova fora-de-estrada do mundo. || O governador do Tocantins, Carlos Gaguim (PMDB), candidato à reeleição, pediu a ajuda das mulheres contra a prostituição infantil no Estado. Gaguim – que disputa com Siqueira Campos (PSDB) – fez este apelo durante ato de lançamento do movimento feminino “Rosas Vermelhas” ontem à noite em Palmas, capital. “As mulheres são fundamentais num governo e nós já provamos que reconhecemos isso, reinstalando a Secretaria da Mulher, por exemplo,” afirmou. O movimento “Rosas Vermelhas” é coordenado pela primeira-dama do Estado Rose Amorim. Ela acredita que o "Rosas Vermelhas" canalizará a participação de mais mulheres à campanha da coligação de Gaguim. "Queremos saber o que as mulheres de cada município acreditam ser prioridade", afirmou, dando a entender que os candidatos da coligação “Força do Povo,” liderada por Gaguim, estão colhendo sugestões das mulheres para criação de políticas públicas para este setor, caso o governador seja reeleito. Gaguim foi o primeiro a discursar no lançamento do “Rosas Vermelhas” e teve que se ausentar, porque tinha compromisso em Goiânia (GO) ontem à noite, para participar da largada promocional do Rally Internacional dos Sertões 2010. Realizado pela Dunas Race, em sua 18ª edição, o Rally é considerado a segunda maior prova fora-de-estrada do mundo.


( = ) 37289 - Justiça precisa ampliar acesso à mulher vítima de violência, diz Nilcéa - http://opovo.uol.com.br/app/politica/2010/08/07/noticiapolitica,2028331/justica-precisa-ampliar-acesso-a-mulher-vitima-de-violencia-diz-nilcea.shtml - Sat, 07 Aug 2010 15:15:00 GMT = 0.032223941718591

|| A ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, classificou como os dois principais desafios depois de quatro anos de vigência da Lei Maria da Penha a ampliação do acesso à Justiça e a conscientização de que a violência contra a mulher é um problema de toda a sociedade, não só das mulheres. Ao participar hoje, 7, no Rio, de um ato pela instituição de legislação específica sobre os casos de violência doméstica feminina, a ministra disse que a lei foi um marco para a sociedade brasileira, mas ainda há muito a ser feito no país. "Hoje se discute mais a questão da violência contra a mulher. E, com a lei, temos podido implementar uma rede de serviços especializados no atendimento à violência contra a mulher. Evidentemente, muita coisa ainda falta", disse a respeito do acesso à Justiça para as mulheres e da conscientização de que o tema é uma problemática de toda a sociedade. "É um problema da sociedade no qual todos e todas estão implicados. Segundo a ministra, acabar com a violência contra a mulher é uma questão que tem que envolver governo e sociedade. "Temos que trabalhar juntos. Nós sabemos que uma política pública, como uma política de enfrentamento da violência contra as mulheres, precisa ser feita de maneira persistente e continuada. E é muito importante também que não só o governo federal, mas os governos estaduais abracem essa luta e coloquem no centro das suas agendas essa questão", observou. Em comemoração aos quatro anos da Lei Maria da Penha, o 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, da Justiça do Rio, fez um mutirão para solucionar cerca de mil processos ao longo deste mês. As próximas audiências ocorrerão nos dias 12 e 13. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, há mais de 90 mil ações de violência contra a mulher no estado, das quais 6430 foram ajuizadas de janeiro a julho deste ano. Entre abril e julho, a Justiça concedeu 1485 medidas urgentes de proteção à mulher.


( = ) 66223 - Casal de 'A Fazenda' prestigia comemoração de 60 anos da AACD - http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI4617115-EI13419,00.html - Wed, 11 Aug 2010 11:24:30 -0200 = 0.0308959121191537

Após negarem por inúmeras vezes o notório clima de romance, o casal de ex participantes de A Fazenda Caco Ricci e Andressa Oliveira esteve na festa de comemoração dos 60 anos da AACD, que aconteceu na Sala São Paulo, na capital paulista, na noite de terça feira (10). || Após negarem por inúmeras vezes o notório clima de romance, o casal de ex-participantes de A Fazenda Caco Ricci e Andressa Oliveira esteve na festa de comemoração dos 60 anos da AACD, que aconteceu na Sala São Paulo, na capital paulista, na noite de terça-feira (10). Para animar a comemoração, os cantores Daniel e Simone entoaram alguns de seus sucessos para os convidados do evento. O ex-jogador Zetti e os apresentadores Ratinho, Regina Volpato e Cris Poli prestigiaram a festa.


( = ) 69573 - Fotos de argentino que está no Paraty em Foco remetem a impressionismo e cinema - http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/780799-fotos-de-alejandro-chaskielberg-remetem-a-impressionismo-e-cinema.shtml - Wed, 11 Aug 2010 12:32:00 -0300 = 0.0307599499540332

|| As cenas capturadas pelo fotógrafo argentino Alejandro Chaskielberg, 32, remetem tanto a pinturas impressionistas como a narrativas cinematográficas. São imagens compostas por um detalhismo rigoroso de cor e luz e que formam uma sequência de histórias de pessoas e de costumes. Essas características fizeram Chaskielberg ser considerado um dos 30 novos talentos da fotografia pela revista americana "PDN". E o trarão ao Brasil, para a sexta edição do Paraty em Foco, evento que acontece na cidade fluminense entre 15 e 19 de setembro (a programação completa está em no site do evento). "Sou um amante da pintura e, principalmente, do impressionismo. Eu comecei no fotojornalismo e a primeira vez que consegui desabrochar uma forma visual de representar a realidade foi com a série 'High Tide' [ou 'La Creciente', em espanhol]", diz Chaskielberg à Folha . Fotógrafo desde os 18 anos, ele produziu a série "High Tide" entre 2007 e 2009. Nesse período, conviveu com a população que vive às margens da parte argentina do rio Paraná. Lado a lado, as imagens de "High Tide" nos contam um pouco da vida dessas pessoas assim como as cenas de "Borders", em que Chaskielberg une homem e água. Se em "High Tide" a lua cheia iluminou as cenas de Chaskielberg, para fazer "Borders" ele usou um flash potente à luz do dia para registrar banhistas em uma área próxima à fábrica de celulose instalada na divisa entre Argentina e Uruguai que gerou atrito entre os países. "No meu trabalho, não intervenho no aspecto digital. Manipulo imagens apenas com a câmera e com a luz", conta. "Gosto de fotografar à noite, com lua cheia, e de usar longos tempos de exposição, de cinco a dez minutos [nesse tempo, os fotografados permanecem imóveis]. A perspectiva é diferente.


( = ) 92773 - Alencar passa por mais uma sessão de quimioterapia - http://noticias.r7.com/brasil/noticias/alencar-passa-por-mais-uma-sessao-de-quimioterapia-20100811.html - 12 Aug 2010 01:16:00 GMT = 0.030558235371087

Alencar passa por mais uma sessão de quimioterapia || Com um câncer na região abdominal, que já o fez passar por 15 cirurgias, o vice-presidente da República, José Alencar, enfrentou nesta quarta-feira (11) mais uma sessão de quimioterapia no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O assessor do vice-presidente, Adriano Silva, informou ao R7 que ele chegou um pouco atrasado para o tratamento, mas aproveitou para fazer uma colostomia – procedimento cirúrgico onde se faz uma abertura no abdome para a drenagem de restos fecais depositados no intestino grosso. Ainda de acordo com Silva, José Alencar deverá deixar o hospital na manhã desta quinta-feira (12). No começo do mês passado, Alencar ficou internado por quase uma semana no mesmo hospital após ser diagnosticado com um uma hipertensão. Ele chegou a passar por um cateterismo e colocou um stent em uma artéria do coração. Alencar luta contra o câncer há mais de dez anos. Em 2009, ele teve de se submeter a uma cirurgia de quase 20 horas para a retirada de 11 tumores. A volta dos tumores, no entanto, é recorrente e o vice-presidente tem de comparecer mensalmente ao hospital para as sessões de quimioterapia.


( = ) 64279 - Festa na chegada do Palmeiras em Salvador - http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI4617022-EI1137,00.html - Wed, 11 Aug 2010 10:29:00 -0200 = 0.0293960643819496

O Palmeiras viajou nesta terça feira para Salvador para enfrentar o Vitória em sua estréia na Copa Sul Americana. A equipe desembarcou na capital baiana por volta das 17h e foi recebida com uma grande festa por parte dos torcedores da região. ||


( = ) 37349 - Aids : gel microbicida desperta grandes expectativas em Viena - http://opovo.uol.com.br/app/saude/2010/07/20/noticiasaude,2022095/aids-gel-microbicida-desperta-grandes-expectativas-em-viena.shtml - Tue, 20 Jul 2010 18:01:00 GMT = 0.0286326461195921

Bem utilizado, o gel poderá reduzir pela metade o risco, segundo pesquisa realizada junto de mais de 800 mulheres na África || As reações foram entusiastas nesta terça-feira, 20, em Viena, ao anúncio dos resultados de um estudo sobre um gel vaginal microbicida contendo um antirretroviral capaz de acarretar uma grande redução do risco de infecção pelo vírus HIV entre as mulheres. Bem utilizado, o gel poderá reduzir pela metade o risco, segundo pesquisa realizada junto de mais de 800 mulheres na África e tornada pública durante a Conferência internacional sobre a Aids. Os microbicidas são produtos que podem ser aplicados na vagina ou no reto, mas o estudo em questão especifica, apenas, a utilização vaginal. Os participantes da sessão plenária aplaudiram o anúncio, na manhã desta terça-feira, a ponto de a conferência a ser dada pelos autores do estudo ter sido deslocada para um salão maior, agora à tarde, devido ao interesse suscitado. As preocupações com o financiamento da pesquisa, da prevenção e do tratamento da Aids parecem ter sido esquecidas no imenso auditório que acolhe até sexta-feira entre 20000 e 25000 pessoas. O estudo, publicado no jornal Science, demonstra um efeito considerado notável do do gel vaginal no qual foi incluído um antirretroviral bem conhecido, o Tenofovir, a 1%. Quando convenientemente utilizado, isto é uma vez 12h antes de uma relação sexual e uma vez 12H depois, reduz em 54% os riscos de contaminação. O estudo, intitulado Caprisa 4, foi realizado durante três anos junto a mais de 800 mulheres zulus (que não haviam desenvolvido a doença) de Natal, a região da África do Sul "onde a prevalência de soropositivos é a mais elevada no mundo", segundo o professor-doutor Jean-François Delfraissy, diretor da Agência Nacional de Pesquisas sobre Aids (ANRS). Lá, a circuncisão é rara (5% dos homens) e a contaminação é de 50% entre as mulheres de mais de 24 anos. Entre os parceiros do grupo estudado, o uso do preservativo era inferior a 20%. As mulheres africanas representam 60% do total da contaminação no continente e o novo gel contribuirá para que decidam o próprio destino, sem depender da vontade incerta do parceiro. "Damos esperança às mulheres. Pela primeira vez vemos resultados sobre um teste de prevenção iniciado e controlado por mulheres. Se for confirmado, um microbicida pode ser uma opção poderosa para a revolução da prevenção e nos ajudará a quebrar a trajetória da doença da Aids", disse em comunicado Michel Sidibé, diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para HIV e Aids (Unaids). "Este estudo marca uma etapa significativa tanto para a comunidade de pesquisa em microbicidas como para toda a prevenção da Aids. Como as mulheres constituem a maioria das novas infecções no mundo, essa descoberta é um passo importante para que uma população de risco tenha acesso a uma ferramenta de prevenção segura e eficaz. Mas como uma só forma (de prevenção) não é apropriada nem aceitável para todos, devemos continuar investigando toda uma série de meios, incluindo os microbicidas, os PrEP (antirretrovirais tomados antes da exposição, NDLR), as vacinas", disse, por sua vez, Anthony Fauci, diretor do Instituto de Doenças Infecciosas do National Institutes of Health americano. Inúmeras questões são levantadas, no entanto, especialmente sobre a necessidade de dar prosseguimento ao estudo em escala maior.


( = ) 37040 - Com dois de Willian, Ponte afunda Vila Nova e se aproxima do G 4 - http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro/2010/noticias/0,,OI4616507-EI15407,00.html - Tue, 10 Aug 2010 23:59:44 -0200 = 0.0276281697918827

Willian marcou duas vezes, aos 39min do primeiro tempo e aos 10min, da segunda etapa, e levou a Ponte Preta a uma importante vitória, de 2 a 1, fora de casa, contra o lanterna Vila Nova, que, com 4 pontos, já está a onze da primeira equipe fora da zona de rebaixamento (o Santo André, com 15). || Willian marcou duas vezes, aos 39min do primeiro tempo e aos 10min, da segunda etapa, e levou a Ponte Preta a uma importante vitória, de 2 a 1, fora de casa, contra o lanterna Vila Nova, que, com 4 pontos, já está a onze da primeira equipe fora da zona de rebaixamento (o Santo André, com 15). Já o clube paulista chegou à nona colocação, com 20 pontos, e se aproxima do G-4. O São Caetano, primeiro clube em posição para conquistar o acesso, tem 24. Mesmo com Roni descontando, aos 28min da segunda etapa, de cabeça, os comandados de Jorginho seguraram a vantagem e conquistaram a terceira vitória consecutiva na Série B. Na próxima rodada, os dois times jogam no sábado. Às 18h05, a Ponte Preta recebe o Duque de Caxias. Às 21h, América-RN e Vila Nova medem forças em Natal. O primeiro tempo começou com o Vila Nova tomando as rédeas da partida. Logo aos 10min, o atacante Roni quase marcou o primeiro gol, mas o goleiro Gilson fez boa defesa. O time da casa seguiu com o dominando as ações até os 16min, quando a Ponte assustou em cobrança de falta. Jogando em casa e mostrando disposição, os comandados de Roberto Cavalo logo retomaram o maior domínio de posse de bola. Em lances praticamente seguidos, o time alvi-rubro quase abriu o placar. Primeiro com David que foi lançado e chutou por cima. Depois Jorge Henrique arriscou chute de fora da área e obrigou Gilson a fazer grande defesa. Quando o jogo se encaminhava para o intervalo em igualdade, a Ponte Preta abriu o placar aos 40min. Bruno Collaço fez jogada pela esquerda e cruzou na medida para o atacante Willian concluir para o fundo do gol de Weverton. No segundo tempo o Vila Nova voltou ainda mais disposto a empatar logo no início. Contudo, foi a Ponte que ampliou a vantagem em um lance que pareceu replay do primeiro gol: Bruno Collaço cruzou e o atacante Willian concluiu para o fundo da rede. Com a vantagem de dois gols a Ponte passou a administrar o resultado, enquanto o Vila Nova tentava a todo custo diminuir a vantagem para tentar alguma reação. Os dois times alternavam o dominio da posse de bola, até que Roni, aos 28min, recebeu cruzamento de Juninho e de cabeça diminuiu o placar no Serra Dourada. O gol deixou o jogo em aberto. O Vila Nova tentou até o último minuto empatar o duelo, mas desordenado, pouco conseguiu assustar a meta de Gilson.


( = ) 83684 - Conhecendo a fundo, no mar e na terra, a ilha Maurício - http://viagem.uol.com.br/ultnot/2010/08/11/conhecendo-a-fundo-no-mar-e-na-terra-a-ilha-mauricio.jhtm - Wed, 11 Aug 2010 18:50:00 -0300 = 0.02720900800581

|| Em algum ponto próximo do Trópico de Capricórnio, uma rajada de vento quente soprou sobre a velha cidade colonial francesa de Mahébourg, percorrendo colinas marrons estranhas e irregulares, farfalhando levemente os campos verdes de cana-de-açúcar. Ele carregava o cheiro de vegetação úmida - resultado da chuva e sol matinais típicos - e ondulava gentilmente às águas translúcidas do oceano Índico ao redor de seu lento barco a motor. Meu instrutor de mergulho, um simpático mauriciano de 25 anos chamado Hans Nobin, desligou o motor. Perto dali, embarcações com fundo de vidro estavam distribuindo equipamento de mergulho snorkel para os grupos de viajantes europeus, bronzeados e endinheirados. Ao longo da costa, famílias em trajes de banho coloridos estavam deitadas nas areias finas brancas da praia de Blue Bay. Seguramente ancorados, nós caímos de costas no mar. A superfície reluzente da água espirrou e nos envolveu, e nós descemos até um silêncio misterioso. Nobin me guiou por trechos de corais brancos irregulares e anêmonas balançando como cordas. Então ele pegou um pedaço de pão francês e pequenos peixes coloridos apareceram de todas as direções para comê-lo. A toda nossa volta, os cardumes de peixes formavam uma nuvem policromática em constante mutação. A luz do sol era filtrada pela água azul transparente, que era tão quente e envolvente quanto fluido amniótico. Nobin me fez um gesto de mergulhador, com o polegar e o indicador, significando “OK?” De repente, comunicar uma resposta precisa parecia quase impossível. Como eu poderia sinalizar para ele “Sim: isto é algo sublime”? Como eu poderia gesticular que queria permanecer ali por uma semana? O Estado insular de Maurício, ao longo de suas areias e sob seu mar, tinha lançado seu feitiço. Eu gesticulei um “OK” enfático. Distante, isolada e cheia de encantos tropicais - um clima perfeito o ano todo, areias macias como talco, águas cristalinas, mergulho de qualidade mundial, pesca esportiva de peixes grandes, campos de lichias, plantações de chá e cana - Maurício, há muito chamada de Pérola do oceano Índico , há décadas é um dos destinos de escapada mais elitistas do planeta. Uma ex-colônia holandesa, francesa e britânica que oficialmente fala inglês, Maurício é a nação mais distante da África, uma mancha de rocha vulcânica com algumas pequenas ilhas menores e bancos de areia, a mais de 1900 quilômetros do continente africano. Desde o final do século 20, sua distância, combinada com suas qualidades naturais, atrai o público jet set e os resorts cinco estrelas que os atendem, incluindo One & Only, Hyatt, Oberoi e Movenpick. O príncipe William do Reino Unido, a princesa Stephanie de Mônaco, J. K. Rowling e Robert De Niro já foram vistos em Maurício nos últimos anos. As autoridades aeroportuárias aumentaram o toque de classe da ilha ao basicamente colocarem cordas de veludo ao redor das pistas de pouso e decolagem. Apenas a Air Mauritius e companhias aéreas nacionais estabelecidas como British Airways e Air France eram autorizadas a operar na ilha, uma política que restringia o acesso e mantinha os preços das passagens exageradamente altos, ajudando a preservar Maurício como um refúgio para os ricos. Mas os ventos estão mudando. Em 2006, um abrandamento das restrições a viagens aéreas permitiu que novas companhias aéreas privadas e baratas europeias, como a Corsairfly, Eurofly e Virgin Atlantic, começassem a operar na ilha. As redes de luxo ainda estão construindo: Four Seasons, InterContinental, Starwood Luxury Collection e várias marcas de butique se estabeleceram em palácios à beira-mar, e St. Regis e Conrad virão em breve. Mas eles não estão mais sós. Hotéis baratos cheios de estilo - o Aanari em Flic en Flac, Le Récif em Pointe aux Piments - também estão chegando, atendendo aos viajantes cujas metas de descanso não envolvem fugir dos paparazzi. Aproveitando o momento, eu fugi do inverno e parti em dezembro para explorar os muitos cantos de Maurício - as praias glamourosas e recifes além da costa, a capital movimentada, as pequenas aldeias e o interior menos visitado - com um apetite por descoberta e duas perguntas sempre em mente. Eu iniciei minhas explorações em Grand Baie, na ponta norte da ilha. Situada ao longo de uma estrada costeira margeada por palmeiras, a cidade é um trecho animado de hotéis à beira-mar (o meu, o Ti Fleur Soleil, era barato, mas confortável e encantador), centros de mergulho, lojas de souvenires e restaurantes que servem pratos creole, indianos e chineses - reflexo das principais etnias entre o quase 1,3 milhão de habitantes de Maurício, há muito uma encruzilhada entre África e Ásia. Pequenos barcos pesqueiros de madeira flutuam preguiçosamente na baía, e os pescadores vendem os vermelhos caranha, polvos e o restante da pesca do dia em jornais à beira da estrada. Dança, música e conversa enchem os bares ao ar livre. Para muitos, Grand Baie é tanto uma passeio paralelo pitoresco do vizinho resort Royal Palm - um complexo ultraluxuoso com um livro de hóspedes que inclui o ex-presidente da França, Jacques Chirac - ou uma parada antes de visitar as praias próximas de Mont Choisy e Péreybère. Mas para mim, a cidade serviu como base para uma ambiciosa operação de invasão. Quase toda revista com imagens de Maurício destaca uma pequena ilha irmã de vegetação exuberante e praias de areias brancas, Île aux Cerfs, a 15 minutos de barco da costa leste de Maurício. Sua reputação de elite é reforçada pelo Le Tousserok, o resort cinco estrelas mais famoso do país, cujas cadeiras de praia monopolizam suas areias. Felizmente para os viajantes menos abastados, há um porém maravilhoso e pouco conhecido: toda a costa de Maurício, mesmo os trechos onde estão situados os resorts gigantes, é espaço público. Le Tousserok pode ter tomado as areias mais sensuais do país, mas tecnicamente não pode expulsar ninguém delas. Assim, por cortesia de uma pequena agência de turismo local, a Northview Tours, outros viajantes duas estrelas e eu lotamos uma minivan certa manhã em Grand Baie e, após percorrermos estradas sinuosas que passavam por plantações de cana-de-açúcar e colinas verdes, tomamos um barco a motor até Île aux Cerfs. Nós chegamos até uma praia de areias brancas macias e lá os guarda-sóis estavam marcados com “Reservados apenas aos hóspedes do Tousserok”. Eu estendi minha toalha sob um e, em poucos minutos, um funcionário do hotel vestido de branco me perguntou se eu estava hospedado no Le Tousserok. Eu respondi negativamente com a cabeça e aguardei sua desaprovação, mas ele apenas concordou educadamente. Minha toalha e eu permanecemos no lugar. Qual é a leitura ideal de praia em Maurício? Talvez Joseph Conrad, que situou no país uma história arrepiante, “A Smile of Fortune”, após uma visita em 1888. O poeta francês do século 19, Charles Baudelaire, se mostrou mais entusiasmado. Após ter sido enviado para Maurício aos 20 anos por seu padrasto militar, ele encontrou inspiração para poemas como “Perfume Exótico”: “Eu vejo um país banhado em fogo solar / De cujas costas felizes seu brilho nunca parte; / Uma ilha de indolência, onde a natureza se ergue / Árvores e frutos singulares tanto doces quanto tenros”. Logo, vários outros intrometidos de outras empresas de turismo chegaram para adorar o fogo solar. Roupas foram tiradas, chapéus de abas largas foram colocados e a fragrância de óleo de coco se misturou com o cheiro das coníferas da ilha e o alarido das conversas em francês, italiano, alemão e holandês. Alguns dos viajantes foram ao bar ao ar livre do Le Tousserok, se misturando com os verdadeiros hóspedes tomando caipirinhas de kiwi. Alguns se infiltraram na feira de artesanato próxima, comprando rum condimentado, elefantes entalhados e cestas com dodos bordados, que foram extintos em Maurício após a chegada dos holandeses nos anos 1600. Uma ou duas famílias alugaram barcos com fundo de vidro para um passeio pelas águas locais (minha própria aventura mágica na água, o mergulho com scuba com Nobin, a poucos quilômetros ao sul em Mahébourg, ocorreria poucos dias depois; por ora, eu estava contente em permanecer na praia). Em pouco tempo, nós arrivistas e a realeza de Tousserok estávamos misturados, indistinguíveis exceto por nossas rendas. No final, a Northview Tours reuniu meu grupo para uma excursão de barco a motor até uma cachoeira, seguida por uma parada em outra ilha minúscula para o almoço. Enquanto garçonetes descalças corriam pela areia e entregavam nossa refeição - fatias espessas de marlim grelhado acompanhado por quantidade ilimitada da cerveja Phoenix local e do rum Goodwill - músicos assumiram as guitarras e bateria, dando início a versões animadas de “No Woman No Cry” e outros jams clássicos de ilha. Algumas poucas pessoas dançaram o restante da tarde. Ao entardecer, nossa minivan voltou pelos canaviais até Grande Baie, onde tochas acesas crepitavam do lado de fora dos bares de praia barulhentos. O dia todo - transporte, comida, bebida ilimitada, música e uma praia cinco estrelas, me custou meras 750 rupias, ou cerca de US$ 25. Em 16 de abril de 1896, Mark Twain desceu de um navio até as ruas movimentadas de Port Louis, a capital mauriciana, e ficou encantado em encontrar “uma pequena cidade com a maior variedade de nacionalidades e cores de pele que já tinha encontrado”, como ele contou em seu diário de viagem “Seguindo o Equador”. Era um lugar animado, cheio de “franceses, ingleses, chineses, árabes, africanos e uma grande variedade de trajes e cores”, ele escreveu. A Maurício de Twain estava sob controle dos britânicos, que a tomaram dos franceses nas Guerras Napoleônicas (após os franceses a terem tomado dos holandeses de partida, um século antes). A mistura étnica que ele encontrou era produto de uma política de imigração agressiva, que recrutava estrangeiros para trabalhar como mão-de-obra barata nos campos e fábricas que lidavam com o principal produto da ilha: a cana-de-açúcar. Quando eu desci do ônibus abafado em Port Louis, eu encontrei uma mistura de bairros com casas de tábuas de madeira, mansões coloniais, grandes praças ao estilo francês e alguns poucos arranha-céus reluzentes. Ficou imediatamente claro que a mistura étnica descrita por Twain perdura. Caminhonetes pintadas com deidades hindus buzinavam enquanto mulheres de origem indiana trajando saris e famílias creoles de sangue africana gritavam saudações e respondiam umas às outras em creole, a língua franca local. Caminhando por entre a multidão, eu passei por Chinatown, onde caracteres elaborados cobriam arcos e fachadas com nomes como “Lising Kok Ultimat Door Mats” e “Ip Min Wan Standard Store”. As letras mudavam para o árabe na Mesquita Jummah branca, que data dos anos 1830. Usando solidéus brancos, homens barbados conversavam com vendedores ambulantes do Alcorão. Era um sábado no final da temporada de corrida de cavalos, a obsessão nacional, e todo mundo, jovens e velhos, estava concentrado na revista “Turf”, escolhendo as apostas no hipódromo local. Também era o final do Festival International Kreol anual, e cartazes por toda a cidade anunciavam o encerramento de gala: um “Gran Konser All Nite” exibindo os astros locais de Sega, a música dançante natural da ilha. A célebre feira coberta da cidade estava lotada. Bancas ofereciam DVDs de Bollywood, instrumentos de percussão, mandíbulas de tubarão, conchas marítimas, peixe seco, lenços de pashmina e incenso Golden Krishna. No coração da ação, Jay Mootoosamy, um comerciante de bigode e óculos com um aspecto de professor, presidia os potes de folhas de chá marcados com nomes franceses dos males que supostamente curavam: “gases”, “diabete”, “celulite”, “reumatismo”, “ácido úrico”. Seu avô foi um ervanário profissional, ele explicou, e lhe ensinou o ofício. “Não há chás cultivados ou domesticados”, ele disse orgulhosamente. “Todos os nossos chás são silvestres. Quando um casal pediu um remédio para os joelhos ruins de um parente, Mootoosamy fez perguntas - Idoso ou meia-idade? Homem ou mulher? Dor aguda ou latejante? - e encheu um saco com uma mistura de folhas e raspas de casca de árvore. Prescrição atendida. Eu segui meu nariz até a pequena banca de condimentos de Achille Seepersad, repleta de cestas e pacotes de canela, baunilha, massala, erva-doce e cuminho. Apenas poucos visitantes em sua banca eram turistas estrangeiros, Seepersad me disse em francês. “A maioria das pessoas que se hospedam em grandes hotéis, com seus serviços 24 horas, nunca sai deles”, ele disse. “Elas nunca veem a Maurício de verdade. Eu tomei outro ônibus público barato dois dias depois e segui para o sul. Vovós e adolescentes mauricianos lotavam os bancos enferrujados ao meu redor. Uma hora depois nós chegamos à cidade costeira de Flic en Flac. Apesar do tempo nublado, a praia estava lotada de famílias mauricianas passando o fim de semana. Elas estavam deitadas em mantas e sob tendas, jogando cartas e dominós. Algumas participavam de jam sessions musicais para toda família, com irmãos, irmãs, tios e tias tocando instrumentos. É fácil ver por que a praia pública de Flic en Flac é tão popular entre os moradores locais. Generosamente larga e cheia de areia, banhada por águas azul-turquesa, ela se estende livremente por quilômetros antes de ser usurpada pelo Sofitel, Hilton e outros hotéis gigantes onde os estrangeiros endinheirados se entocam. Além deles fica a Baía de Tamarin, célebre por seus golfinhos e ondas de surfe. Descendo ainda mais a costa, um alto promontório irregular chamado La Morne Brabant se projeta dramaticamente na direção do mar. No passado um refúgio para os escravos que escapavam das plantações de cana coloniais, ele foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 2008. À noite eu desfrutei de uma refeição de alta culinária chinesa no restaurante ao ar livre do Aanari, um novo hotel em frente a uma praia pública, cujo spa e quartos -em tons outonais e etnochiques - oferecem uma combinação rara de estilo e preço acessível para Maurício. Mas eu não estava em Flic en Flac para me juntar aos frequentadores de resorts, banhistas ou surfistas. Eu negociei com um taxista chamado Raja Bapamah, que concordou, por 1500 rúpias, em passar oito horas me ajudando a explorar as plantações e endereços religiosos do interior da ilha - áreas fora do itinerário habitual do jet set. Nós percorremos campos de flores vermelhas e vastos bosques de árvores curvadas pelo peso das lichias. Do lado de fora da janela, o vento quente soprava pela verdadeira Maurício: choças à beira da estrada, fábricas têxteis, pequenas aldeias empoleiradas nas sombras de colinas verdejantes. Após serpentear pelo interior com florestas densas, nós chegamos a Bois Chéri, uma plantação de chá que data do século 19. Trabalhadores recurvados pontilhavam os campos verdes, arrancando folhas e as jogando em enormes cestas de palha em suas costas. Cerca de três mil toneladas de folhas são anualmente transformadas em cerca de 600 toneladas de chá aqui, alguns deles vendidos pela renomada marca de Paris, Marriage Frères, como um guia me explicou durante uma visita a uma fábrica adjacente. Um pequeno museu no local estava repleto de estranhas máquinas de fazer chá do século 19, aparelhos que pareciam saídos de um romance de HG. Wells. A visita terminou com uma degustação em um vasto salão de chá com vistas panorâmicas do interior. De volta à estrada, eu perguntei a Bapamah sobre as imagens de plástico de Buda e de Ganesha, a deidade hindu com cabeça de elefante, em seu painel. Ele explicou que aproximadamente metade da população é hindu, mas que as minorias cristã e muçulmana são toleradas, assim como os ocasionais budistas. Periodicamente, templos coloridos passavam pela estrada. Bapamah explicou como identificá-los: os templos hindus são sempre vermelhos e brancos, os templos tamis são multicoloridos, com deidades e animais elaboradamente entalhados; e as mesquitas são brancas, com ornamentos em verde. “Aqui, todo mundo respeita a religião dos outros”, ele disse, e a tolerância se estende a desfrutar dos feriados dos outros - sua família, apesar de hindu, sempre celebra o Natal com presentes e uma árvore. À medida que avançamos rumo ao centro da ilha, um homem alto e de cabelo longo apareceu ao longe, com cor de cobre e pelo menos 30 metros de altura, com uma cobra ao redor de seu pescoço e um tridente em sua mão. Macacos estavam espalhados ao redor de seus pés. Era uma estátua de Shiva, o deus hindu, e atrás dele se encontra um grande lago plácido cercado por templos. Nós chegamos ao Grand Bassin, o local mais sagrado de Maurício. “Segundo as lendas, quando nossos ancestrais chegaram, fadas costumavam lavar, nadar e secar seus cabelos na pequena ilha no meio”, disse Satish Dayal, sacerdote principal do templo Sviv Jyotir Lingum, um dos muitos às margens do lago. “Desde então a santidade do lago se tornou muito forte. Dentro do templo, sinos tocam e o cheiro forte de incenso preenche o ar, enquanto os fiéis hindus fazem fila para ter suas testas ungidas com tinta vermelha. Mulheres de cabelo branco com argolas de nariz e mantos coloridos preparavam pratos devocionais repletos de frutas e velas. Todo o espaço reverberava com uma oração cantada para Shiva. “Este país é forte não apenas por causa de suas praias”, Dayal me disse, “mas por causa dos mauricianos. Por causa de seu povo, por causa de suas tradições, por causa de sua cultura, rituais e herança. Do lado de fora, o sol começou a se pôr sobre os lagos, florestas e campos. Os resorts costeiros não poderiam parecer mais distantes. British Airways e Air France são algumas das companhias que fazem vôos para a ilha, com escalas. Apesar de lentos e enferrujados, os ônibus locais em Maurício oferecem uma vista de todos os níveis da sociedade local durante a viagem entre os vilarejos, com passagens entre 18 a 30 rupias (US$ 0,63 a US$ 1,04, com o dólar cotado a 29 rupias). Nos táxis, espere pagar algumas poucas centenas de rupias por uma viagem curta, talvez mais à noite. Geralmente é possível alugar um táxi por oito horas por dia por algo entre 1500 a 2 mil rupias. Sempre pechinche. O elegante Le Suffren (Le Caudan Waterfront; 230-202-4900; lesuffrenhotelcom ), com 100 quartos, tem um restaurante agradável e bar. Quartos duplos a partir de 5200 rupias (aproximadamente US$ 179). Le Chinois (20 Jummah Mosque Street; 230-242-8655) prepara saborosos pratos chineses, como pato à caçarola com cogumelos (210 rupias) e camarões com molho de pimentão (170 rupias). O pequeno Tandoori Express (waterfront walkway; 230-210-9898) é um ponto de comida indiana com pratos entre 100 e 200 rupias. O pequeno Blue Penny Museum (Le Caudan Waterfront; 230-210-9204) exibe habilmente a história de Maurício e dois selos “Post Office”, que dizem ser o mais raro do mundo. Com seu bar de rum, spa agradável e localização em frente a uma pequena praia pública, o pequeno e colorido Ti Fleur Soleil (Route Royale; 230-269-3380; wwwtifleursoleilcom ) é uma enorme pechincha, com quartos duplos a 54 euros (cerca de US$ 70, com o euro cotado a US$ 1,31). L’Impasse (Route Royale; Dodo Square; 230-263-3137) é especializado em pratos regionais incrementados - vieiras de Seychelles com manteiga de limão, bife frito com geleia de goiaba - e vinhos da França e África do Sul. Três pratos, sem vinho incluso, saem por cerca de 800 rupias por pessoa. Northview Tours (Route Royale, 230-263-5023; northview@intnetmu ) oferece excursões que duram o dia todo para Île aux Cerfs por 750 rupias. Bares divertidos como o Beach House (Route Royale; 230-263-2599; thebeachhousemu ) à beira-mar e com ar condicionado, o Cocoloko (Route Royale, ao lado do hotel Ti Fleur Soleil; 230-263-1241) cheio de estilo e ao ar livre, e o Bedroom (Route Royale, 230-263-1819; club-bedroomcom ) elegante e animado por DJs ajudaram a tornar Grande Baie o centro da ilha após o anoitecer. O Aanari (Pasadena Village; 230-453-9000; aanaricom ) é um hotel de luxo cheio de estilo com um restaurante chinês muito bom, um spa completo e quartos duplos a partir de 136 euros. Também novo é o 90 Degrees (Coastal Road; 230-759-6689), um restaurante elegante que serve pratos creole, peixes e frutos do mar. Três pratos, sem bebidas inclusas, custam cerca de 600 rupias por pessoa. Bois Chéri (230-507-0216; larouteduthecom ) oferece múltiplas visitas diárias à sua plantação de chá e conta com um adorável restaurante no alto de uma colina, que serve pratos tendo chá como ingrediente. Rum e baunilha, por sua vez, são encontrados em Saint Aubin (230-626-1513; saintaubinmu ), uma plantação do século 19 com visitas, degustações e seu próprio restaurante. Ambas são pequenas paradas em estradas rurais, mas a maioria dos taxistas sabe encontrá-las e algumas agências de turismo locais organizam visitas. Com vista para o oceano, o caseiro Auberge Aquarella (6 Rue Sivananda; 230-631-2767; aquarellamucom ) oferece quartos brancos simples e arejados, uma pequena piscina e quartos duplos com vistas para o mar a partir de 75 euros. Le Jardin de Beau Vallon (230-631-2805; wwwbeau-vallonnet ), que oferece serviço de translado aos hotéis locais, é especializado em culinária fusion francesa-creole e serve uma refeição com três pratos, sem bebidas inclusas, por cerca de 950 rupias. A cidade vizinha de Blue Ray é um paraíso para os esportes aquáticos. O Totof (230-751-1772; boatotof@yahoocom ), um barco com fundo de vidro, faz expedições de mergulho snorkel e turísticas por algumas poucas centenas de rupias (o preço varia de acordo com o número de clientes). O Coral Diving Center (230-631-9105; wwwcoraldivingcom ), no Blue Lagoon Beach Hotel ( wwwbluelagoonbeachhotelcom ), oferece uma grande lista de experiências de mergulho com scuba, incluindo instruções de mergulho para iniciantes, por 45 euros. Seth Sherwood, que vive em Paris, é um colaborador frequente da seção Viagem do “New York Times”. * Texto publicado originalmente em abril de 2010.


( = ) 56035 - Magnano repete Dunga e fecha treinos da Seleção de basquete - http://esportes.terra.com.br/basquete/noticias/0,,OI4616743-EI1885,00.html - Wed, 11 Aug 2010 07:22:45 -0200 = 0.0269818616965869

|| O técnico da Seleção Brasileira de basquete, Rubén Magnano, segue a cartilha de treinadores mais rígidos, mas que não fizeram tanto sucesso no Mundial de futebol, realizado recentemente na África do Sul. Na ocasião, Dunga decidiu evitar ao máximo a presença de jornalistas e torcedores na preparação da equipe. O Terra e outros três portais receberam a permissão de filmar e acompanhar os 15 primeiros e últimos minutos da sessão realizada nesta terça-feira na Universidade Baruch, em Nova York, onde a equipe se prepara para amistosos na "terra do basquete". Nos poucos momentos disponíveis, pôde-se ver o pivô Nenê, que havia ficado fora dos duelos em Brasília por lesão, participando do bate-bola. O parceiro Tiago Splitter, por sua vez, chegou a dar alguns arremessos, mas depois pegou um colchonete e se concentrou na parte física. Nenê Hilário está com uma lesão no tendão de Aquiles dos dois pés e Splitter reclama de dores na coxa esquerda. Mas a expectativa é que ambos se recuperem antes do Mundial de Basquete, na Turquia. Em um certo momento, Magnano reuniu a equipe no centro da quadra dos Bearcats, a equipe da Universidade, e disse algumas palavras de ordem e pediu concentração nesta fase de treinamentos e amistosos nos Estados Unidos. Em seguida, os jogadores voltaram a treinar com bola, mais arremessos de curta e longa distância. Não havia jornalistas de outros países acompanhando o primeiro treino em solo americano. Depois dos 15 minutos, o tempo combinado com o diretor da Seleção Brasileira, Vanderlei Mazuchine, os repórteres foram para o lado de fora do ginásio. No entanto, havia uma porta em que era possível ver apenas alguma parte do treino do lado de fora. Os jornalistas decidiram respeitar a privacidade de Magnano e seus comandados, e ficaram distantes do local. Alguns minutos depois veio a surpresa. Fomos todos expulsos para fora do ginásio e esperar do lado de fora do prédio acabar a sessão para ter a chance de conversar com os atletas brasileiros. Ao final do treino, Magnano permitiu a volta dos jornalistas à quadra para acompanhar apenas o encerramento das atividades e conversar com a comissão e os atletas. Questionado se iria abrir uma sessão inteira para os jornalistas, o treinador argentino foi taxativo: "não", mas deu a sua explicação sobre o estlo de trabalho. "Você tem 15 minutos no início e no fim para fazer seu trabalho e as entrevistas. O trabalho (de treinamento) é algo privado da comissão técnica e dos jogadores. Por experiência é melhor desse jeito", completou. Magnano já é conhecido por quem acompanha o Brasil por não abrir as sessões em tempo integral, ao contrário do que acontecia com o antecessor, o espanhol Moncho Monsalvo. O trabalho tático e de treinamento de Magnano para a primeira competição é defendido por Splitter. "Os treinamentos são mais longos (do que na época do Moncho Monsalve), mais duros. O estilo jogo é mais agressivo. Defesa mais agressiva atrás. Não vai ter pressão na frente, defendendo a linha de bola e o rebote, e temos de melhorar nisso", completou. Nos Estados Unidos, a Seleção Brasileira fará amistoso contra a China, na quinta-feira, na Columbia University, um dia depois faz uma apresentação contra Porto Rico em uma quadra aberta no Hallem, em New York. O repórter do Terra viajou a convite da Nike.


( = ) 37290 - Fidel discursa hoje em sessão da Assembleia de Cuba - http://opovo.uol.com.br/app/politica/2010/08/07/noticiapolitica,2028329/fidel-discursa-hoje-em-sessao-da-assembleia-de-cuba.shtml - Sat, 07 Aug 2010 15:04:00 GMT = 0.026880098332701

|| Depois de quatro anos ausente de eventos políticos públicos, o ex-presidente cubano Fidel Castro, de 83 anos, discursará hoje, 7, na Assembleia Nacional de Cuba. De acordo com o jornal oficial de Cuba, Granma, a sessão foi convocada extraordinariamente a pedido de Fidel. O objetivo, segundo a imprensa oficial, é discutir questões relativas ao cenário político e econômico internacional. O discurso de Fidel será transmitido ao vivo pelas emissoras estatais Cubavisión Internacional e Radio Havana Cuba. No fim do mês passado, Fidel afirmou que a sessão seria para discutir a ameaça de uma guerra nuclear envolvendo os governos dos Estados Unidos, de Israel e do Irã. Nos últimos dias, o ex-presidente tem intensificado as críticas às sanções impostas ao Irã por parte da comunidade internacional. O Irã é alvo das restrições porque, segundo os Estados Unidos e os demais países que apoiam as sanções, o programa nuclear iraniano esconde a produção de armas atômicas. O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, nega as acusações. Fidel elogiou os esforços do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em negociar um acordo de paz e a suspensão das medidas restritivas. Desde 2008, Fidel está afastado do governo de Cuba. Ele foi substituído pelo atual presidente da República, Raúl Castro. Fidel renunciou para cuidar da saúde. Oficialmente, o ex-presidente cubano é segundo-secretário do Partido Comunista de Cuba. Nos últimos meses, ele deixou a reclusão e tem participado de eventos sociais. No último dia 2, Fidel reuniu antigos companheiros de luta armada para apresentar o livro Por Todos os Caminhos de La Sierra: A Vitória Estratégica. A Sierra Maestra é uma região serrana que era utilizada pelo grupo de Fidel para treinamentos. A publicação, com 896 páginas, conta a história do confronto dos revolucionários e o exército da ditadura de Fulgêncio Batista, em 1958.


( = ) 89334 - Dia do Estudante é celebrado com festa da solidariedade em PE - http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/08/dia-do-estudante-e-celebrado-com-festa-da-solidariedade-em-pe.html - Wed, 11 Aug 2010 20:58:24 -0300 = 0.0265008620573244

Um dos colégios mais tradicionais de Palmares foi reconstruído e virou palco de uma festa. Teve música, teatro e dezenas de oficinas. || Nesta quarta-feira, Dia do Estudante, quem deu a lição foi um grupo de alunos. Veja na reportagem de Beatriz Castro. Desde que a enchente devastou Palmares há quase dois meses, a estudante Andriesse virou voluntária. Ela ajuda a organizar as cestas básicas para os desabrigados. “A gente vê as pessoas necessitadas, a cidade do jeito que ficou, então a gente só pensa em ajudar”, contou. Foi com o trabalho de todos que o colégio agrícola, um dos mais tradicionais de Palmares, foi reconstruído e virou palco de uma festa. Teve música, teatro e dezenas de oficinas. O Dia do Estudante ainda é pouco comemorado no país. Mas, desta vez, para marcar a data, seis estados brasileiros se mobilizaram numa programação intensa, durante todo o dia. Os alunos de Pernambuco receberam várias mensagens de outros estados: “Desejo de todo coração que vocês consigam uma casa para viver com sua família”, dizia uma delas. A festa marcada pela solidariedade foi uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho: um dia com direito à alegria, do jeito que os estudantes merecem. “A gente estava precisando se distrair um pouco”. “Elevar um pouco mais a autoestima, resgatar alegria que todos têm”, ressaltou a professora Gisélia Mota Santana.


( = ) 75101 - Saiba onde ter acesso à internet sem fio gratuita em Fortaleza - http://blog.jangadeiroonline.com.br/to-na-janga/saiba-onde-ter-acesso-a-internet-sem-fio-gratuita-em-fortaleza-10457/ - Wed, 11 Aug 2010 17:47:39 +0000 = 0.026434022542459

Se você possui um notebook ou smarthphone, vai gostar de saber onde tem internet sem fio gratuita na Capital || Abro, por acaso (?), o jornal O Povo da última terça-feira (10) e me deparo com uma matéria bem “conectada” com a turma que gosta de estar informada, mesmo fora de casa, e “online” na vida de amigos, parentes e contatos profissionais. Se você possui um notebook ou smarthphone, vai gostar de saber onde tem em Fortaleza internet sem fio gratuita. Bares e restaurantes: Boteco do Arlindo (rua Carlos Gomes, 83, bairro de Fátima, próximo à avenida Aguanambi); Altas Horas (rua Luiz Girão, 135, Cidade dos Funcionários); Spettus (avenida Washington Soares, 909, Edson Queiroz); Ferrero Café (Iguatemi) tem conexão própria, basta pedir a senha a algum garçom. Estação Dominique: complexo que reúne o restaurante Le Dinner e livraria Siciliano, é na loja de conveniência/café que fica o wi-fi gratuito. Avenida Santos Dumont, 3636. Hotéis: a maioria dos hotspots fortalezenses: Atlântica-Quality, Blue Tree Towers, Gran Marquise, Comfort, todos na região da avenida Beira Mar. Livraria Cultura: Shopping Varanda Mall, esquina das avenidas Dom Luís e Senador Virgílio Távora. É preciso pedir a senha, e o acesso é feito principalmente do Café Três Corações. McDonald’s: A rede de fast food tem o conceito do McCafé, com Internet wi-fi e comidinhas para fim de tarde. Passeio Público ( rua Dr. João Moreira, s/n – ao lado da Santa Casa de Misericórdia – Centro). Shoppings: Iguatemi, Del Paseo e North Shopping possuem conexões livres principalmente em suas praças de alimentação.


( = ) 37133 - Churrasco, cerveja e sertanejo marcam festa antes da partida - http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2010/08/10/churrasco-cerveja-e-sertanejo-marcam-festa-popular-antes-do-amistoso-do-brasil.jhtm - Tue, 10 Aug 2010 22:08:56 -0300 = 0.026360889564577

|| Um clima descontraído e de muita festa marcou a chegada dos torcedores ao estádio New Meadowlands, em Nova Jersey, palco do amistoso entre Brasil e Estados Unidos, nesta terça-feira, às 21h11 (de Brasília). Apesar de a maioria aproveitar o período antes da abertura dos portões para esperar nos estacionamentos, inúmeros grupos arrumaram formas diferentes de esperar pelo jogo. Separados por apenas alguns metros, torcedores de Brasil ou Estados Unidos estavam reunidos, preferencialmente comendo churrasco e bebendo cerveja. Famílias ou grupo de amigos desfrutavam de receitas tradicionais com carne e linguiça, enquanto alguns outros experimentavam alguns itens regionais e de aparência duvidosa. Outro item comum entre os torcedores eram bolas de futebol. Entre embaixadas, “bobinho” ou mesmo jogos improvisados com pequenas traves, todos buscavam demonstrar sua ligação com o esporte que vem crescendo nos Estados Unidos. A cada passo, a trilha sonora também mudava. Se americanos priorizavam músicas eletrônicas ou reggaes, os brasileiros colocavam no último volume sucessos de pagode, samba e sertanejo. O desfile de camisas também fugiu do tradicional amarelo para o Brasil e azul ou branco para os Estados Unidos. Uniformes de Corinthians, São Paulo, Flamengo, Atlético-MG, Criciúma, Palmeiras, Santos, além de times locais, como o New York Red Bulls, puderam ser vistas em grande número. Enquanto a maioria dos torcedores aguardava do lado de fora, dentro do estádio os organizadores prepararam uma festa com sambistas e DJ. O espaço foi armado ao lado de um dos portões de acesso, que recebia o público com refrigerantes da marca patrocinadora do evento.


( = ) 69163 - Ministro Joaquim Barbosa reaparece no STF após flagrante em festa - http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/ministro+joaquim+barbosa+reaparece+no+stf+apos+flagrante+em+festa/n1237745462119.html - Wed, 11 Aug 2010 12:31:15 -0300 = 0.0262333573981388

Agência Estado Apesar das pressões para que ele volte definitivamente ao tribunal ou se aposente, Barbosa não disse quando retornará Em licença médica desde 26 de abril, o ministro Joaquim Barbosa participou ontem da sessão de julgamentos da 2.ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A reaparição ocorre após ter sido fotografado no fim de semana em encontros com amigos numa festa e num bar em Brasília. No mesmo dia Barbosa divulgou uma nota à imprensa na qual afirmou que alguns poucos momentos de lazer são aconselhados pelos médicos Apesar das pressões para que ele volte definitivamente ao tribunal ou, se não tiver condições, se aposente, Barbosa não disse quando retornará à Corte. Em nota, o ministro afirmou que sofre de dores crônicas na região lombar e no quadril há três anos e meio. "Reitero meu compromisso de cumprir com as atribuições constitucionais que me impõe o honroso exercício do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal", afirmou ele, na nota, numa sinalização de que vai continuar no STF. Graças à interrupção da licença, a Turma pôde julgar ontem processos que são relatados por Barbosa. Advogados reclamam que as reiteradas licenças do ministro para tratamento de saúde têm atrasado o julgamento das causas. Também é aguardada a presença de Barbosa na sessão plenária do Supremo de amanhã, quando o mensalão será um dos temas-chave. Relator do caso, Barbosa deve propor aos ministros que se encerre imediatamente a fase da oitiva das testemunhas de defesa. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo". || Em licença médica desde 26 de abril, o ministro Joaquim Barbosa participou ontem da sessão de julgamentos da 2. ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A reaparição ocorre após ter sido fotografado no fim de semana em encontros com amigos numa festa e num bar em Brasília. Apesar das pressões para que ele volte definitivamente ao tribunal ou, se não tiver condições, se aposente, Barbosa não disse quando retornará à Corte. Em nota, o ministro afirmou que sofre de dores crônicas na região lombar e no quadril há três anos e meio. "Reitero meu compromisso de cumprir com as atribuições constitucionais que me impõe o honroso exercício do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal", afirmou ele, na nota, numa sinalização de que vai continuar no STF. Graças à interrupção da licença, a Turma pôde julgar ontem processos que são relatados por Barbosa. Advogados reclamam que as reiteradas licenças do ministro para tratamento de saúde têm atrasado o julgamento das causas. Também é aguardada a presença de Barbosa na sessão plenária do Supremo de amanhã, quando o mensalão será um dos temas-chave. Relator do caso, Barbosa deve propor aos ministros que se encerre imediatamente a fase da oitiva das testemunhas de defesa. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


( = ) 88372 - José Serra é entrevistado pelo Jornal Nacional - http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/08/jose-serra-e-entrevistado-pelo-jornal-nacional.html - Wed, 11 Aug 2010 20:37:30 -0300 = 0.0260524275259452

Candidato do PSDB é o terceiro de série com presidenciáveis. Marina Silva (PV) e Dilma Rousseff (PT) já foram entrevistadas. || O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, foi entrevistado ao vivo nesta quarta-feira (11) no Jornal Nacional pelos apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes. As candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) já foram ouvidas na segunda (9) e terça (10), respectivamente. A ordem das entrevistas foi definida em sorteio. Veja ao lado a íntegra, em vídeo, da entrevista com José Serra. Ele respondeu a perguntas dos entrevistadores durante 12 minutos. Abaixo, leia a transcrição das perguntas e respostas. William Bonner: Nesta semana, o Jornal Nacional entrevista os principais candidatos à Presidência sobre questões polêmicas das candidaturas e sobre ações desses candidatos à frente de cargos públicos. Nas próximas semanas, o Bom Dia Brasil e o Jornal da Globo farão o mesmo. O sorteio, acompanhado por assessores dos partidos, determinou que hoje nós recebamos, aqui na bancada, José Serra, do PSDB. Boa noite, candidato. José Serra: Boa noite, William. William Bonner: A entrevista vai durar 12 minutos, e o tempo começa a ser contado a partir de agora. Candidato, desde o início desta campanha, o senhor tem procurado evitar críticas ao presidente Lula. O senhor acha que. E em alguns casos fez até elogios a ele. José Serra: Olha, o Lula não é candidato a presidente. O Lula, a partir de 1º de janeiro, não vai ser mais presidente da República. Quem estiver lá vai ter de conduzir o Brasil. Não há presidente que possa governar na garupa, ouvindo terceiros ou sendo monitorado por terceiros. Eu estou focado no futuro. Hoje tem problemas e tem coisas boas. O que nós temos que fazer? Reforçar aquilo que está bem e corrigir e poder melhorar aquilo que não andou direito. É por isso que eu tenho enfatizado sempre que o Brasil precisa e que o Brasil pode mais. Onde? Na área da saúde, na área da segurança, na área da educação, inclusive do ensino profissionalizante. Meu foco não é o Lula. Ele não está concorrendo comigo. William Bonner: Entendo. José Serra: Não, não vejo por quê. Eu acho que as pessoas estão preocupadas com o futuro, né? Quem vai tocar o Brasil, quem tem mais condições de poder tocar o Brasil para a frente, que não é uma tarefa fácil. Inclusive de pegar aqueles problemas que hoje a população considera como os mais críticos e resolvê-los. Dou como exemplo, novamente, entre outros, a questão da saúde. Então, o importante agora é isso. E as pessoas estão nisso. O governo Lula fez coisas positivas, né? Outras coisas, deixou de fazer. A discussão não é o Lula. A discussão é o que vem para a frente, tá certo? Os problemas do Brasil de hoje e o que tem por diante. Fátima Bernardes: O senhor tem insistido muito na tecla de que o eleitor deve procurar comparar as biografias dos candidatos que estarão concorrendo, que estão concorrendo nesta eleição. O senhor evita uma comparação de governos. José Serra: Olha, porque são condições diferentes. Eles governaram em períodos diferentes, em circunstâncias diferentes. O governo anterior, do Fernando Henrique, fez uma. muitas contribuições ao Brasil, entre elas o Plano Real. A inflação era de 5000% ao ano, né? E ela foi quebrada a espinha. As novas gerações nem têm boa memória disso. E várias outras coisas que o governo Lula recolheu e seguiu. O Antonio Palocci, que foi ministro da Fazenda do Lula e hoje é o principal assessor da candidata do PT, nunca parou de elogiar, por exemplo, o governo Fernando Henrique. Mas nós não estamos fazendo uma disputa sobre o passado. Fátima Bernardes: Mas. José Serra: E o Mano Menezes, Fátima, desculpe, fosse estar preocupado em saber quem era melhor para efeito de ganhar a Copa de 14. Isso é uma coisa que os adversários fazem para tirar o foco de que o próximo presidente vai ter de governar e não pode ir na garupa. E tem que ter ideias também. Não só coisas que fez no passado, mas também ideias a respeito do futuro. José Serra: Por isso. E é isso o que eu estou fazendo. Por exemplo, mostro na saúde. Eu fui ministro da Saúde. Fiz os genéricos, os mutirões, a campanha contra a Aids que foi considerada a melhor campanha contra a Aids do mundo, uma série de coisas. A saúde, nos últimos anos, não andou bem. Por exemplo, queda, diminuição do número de cirurgias eletivas, aquelas que não precisa fazer de um dia para o outro, mas são muito importantes. Caiu, né? Pararam os mutirões. Muita prevenção que se fazia acabou ficando para trás. Faltam ainda hospitais nas regiões mais afastadas dos grandes centros. Tem problemas com as consultas, tem problemas de demoras. Enfim, tem um conjunto de coisas, inclusive relacionadas por exemplo com a saúde da mulher. Tudo isso precisa ser equacionado no presente. Eu estou apontando os problemas existentes. William Bonner: Agora, candidato, vamos ver uma questão. O senhor me permita, para a gente poder conversar melhor. José Serra: Sim, sim, claro. William Bonner: Uma questão política. Nesta eleição, existem contradições muito claras nas alianças formadas pelos dois partidos que têm polarizado as eleições presidenciais brasileiras aí nos últimos 16 anos, né? O PT se aliou a desafetos históricos. O seu partido, o PSDB, está ao lado do PTB, um partido envolvido no escândalo do mensalão petista, no escândalo que inclusive foi investigado e foi condenado de forma muito veemente pelo seu partido, o PSDB. José Serra: William, é uma boa pergunta. O PTB, no caso de São Paulo, por exemplo, sempre esteve com o PSDB, de uma ou de outra maneira. Isso teve uma influência grande na aliança nacional. Os partidos, você sabe, são muito heterogêneos. O personagem principal. Os personagens principais do mensalão nem foram do PTB. Os personagens principais foram do PT, aliás, mediante denúncia do Roberto Jeferson, que era então líder do PTB. William Bonner: Os nomes de petebistas, todos, uma lista muito vasta, começando pelo Maurício Marinho. José Serra: Você tem 40 lá no Supremo Tribunal Federal. Willlam Bonner: Não, exato. José Serra: E o PT ganha disparado. José Serra: Olha, o Roberto Jefferson, é o presidente do PTB, ele não é candidato. Ele conhece muito bem o meu programa de governo, o meu estilo de governar. O PTB está conosco dentro dessa perspectiva. Eu não tenho compromisso com o erro. Aliás, nunca tive na minha vida. Tem coisa errada, as pessoas pagam, né? Quem é responsável por si é aquele que comete o erro, é ele que deve pagar. Eu não fico julgando. Mas eu não tenho compromisso com nenhum erro. Agora, quem está comigo sabe o jeito que eu trabalho. Por exemplo, eu não faço aquele loteamento de cargos. Para mim, não tem grupinho de deputados indicando diretor financeiro de uma empresa ou indicando diretor de compras de outra. Por quê? Para que que um deputado quer isso? Evidentemente não é pra ajudar a melhorar o desempenho. É para corrupção. Comigo isso não acontece. Não aconteceu na saúde, no governo de São Paulo e na prefeitura. Fátima Bernardes: Candidato, nesta eleição, quer dizer, o senhor destaca muito a sua experiência política. Mas na hora da escolha do seu vice, houve um certo, um certo conflito com o DEM exatamente porque houve uma demora para o aparecimento desse nome. Muitos dos seus críticos atribuem essa demora ao seu perfil centralizador. O nome do deputado Índio da Costa apareceu 18 dias depois da sua oficialização, da convenção que oficializou a sua candidatura. É. José Serra: Está. Fátima, deixa só eu te dizer uma coisa. Eu não sou centralizador. Eu sei que tenho a fama de centralizador. Mas no trabalho, eu delego muito. Eu sou mais um cobrador. Eu acompanho tudo. Fátima Bernardes: Eu falei centralizador porque até no seu discurso de despedida do governo de São Paulo, o senhor mesmo explicou sobre essa fama de centralizador. José Serra: Que eu não era centralizador. E todo muito que trabalha comigo sabe disso, eu delego muito. Agora, eu acompanho porque quem coordena, quem chefia tem que acompanhar para as coisas acontecerem. A questão da vice estava orientada numa direção. Por circunstancias políticas, acabou não acontecendo. E o Índio da Costa, que foi o escolhido, estava entre os nomes que a gente cogitava. Só que isso não tinha ido para a opinião pública porque senão é uma fofoca só. Fulano, cicrano, isso e aquilo. Ele disputou quatro eleições, é um homem de 40 anos e foi um dos líderes da aprovação do ficha limpa no Congresso. Eu acho que. José Serra: E um mandato deputado federal. Fátima Bernardes: Que ele está exercendo pela primeira vez. José Serra: Eu acho que isso o qualifica perfeitamente. O que vale é a experiência na vida pública. Tem livros sobre administração e eu insisto. Sua atuação no Congresso Nacional foi marcada pelo ficha limpa. Se você for pegar também outros vices, do ponto de vista da experiência pública, cada um tem suas limitações. Mas eu não estou aqui para ficar julgando os outros. Eu só sei que o meu vice, jovem, ficha limpa, preparado, com muita vontade, e do Rio de Janeiro, é um vice adequado. Eu me sinto muito bem com ele. Agora, devo dizer o seguinte. William Bonner: Candidato. Candidato. José Serra: Eu tenho muito boa saúde. Ninguém está sendo vice comigo achando que eu não vou concluir o mandato. William Bonner: Mas um vice não assume só nessas circunstâncias. Fátima Bernardes: Trágicas. José Serra: Mas, enfim. Eu não sei até que ponto. William Bonner: Candidato, eu gostaria de abordar um pouquinho também da sua passagem pelo governo de São Paulo. O senhor foi governo em São Paulo durante quatro anos, seu partido está no poder em São Paulo há 16 anos. Então é razoável que a gente avalie aqui algumas dessas ações. A primeira que eu colocaria em questão aqui é um hábito que o senhor mesmo tem de criticar o modelo de concessão das estradas federais. De outro lado, os usuários, muitos usuários das estradas estaduais de São Paulo que estão sob regime de concessão, se queixam muito do preço e da frequência com que são obrigados a parar para pedágio, quer dizer, uma quantidade de praças de pedágio que eles consideram excessiva. José Serra: Olha, antes disso. No caso de São Paulo, tem uma pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes, um organismo independente: 75% dos usuários das estradas do Brasil acham as paulistas ótimas ou boas. 75%, um índice de aprovação altíssimo. Isso para as federais é apenas 25%. De cada dez estradas federais, sete estão esburacadas. São as rodovias da morte. Na Bahia, em Minas, BH, Belo Horizonte, Governador Valadares, em Santa Catarina. Enfim, por toda a parte. O governo federal fez um tipo de concessão que não está funcionando. William Bonner: Mas a que o senhor fez motivou críticas quanto ao preço. Então a questão que se impõe é a seguinte, candidato: não existe um meio termo? Ou o cidadão brasileiro tem uma estrada boa e cara ou ele tem uma estrada ruim e barata. José Serra: Eu acho que pode ter uma estrada boa que não seja cara, se você trabalhar direito. Por exemplo, a concessão que eu fiz da Ayrton Senna. O pedágio anterior era cobrado pelo órgão estadual. Caiu para a metade o pedágio. É que realmente, geralmente, os exemplos bons não veem. José Serra: Esse modelo que diminuiu pode ser adotado, porque você tem critérios para ser examinados. O governo federal fez estradas pedagiadas. Só que estão, por exemplo, no caso de São Paulo, a Régis Bittencourt, que é federal, ela continua sendo a rodovia da morte. E a Fernão Dias, Minas-São Paulo, está fechada. Você percebe? Nunca o Brasil esteve com as estradas tão ruins. Agora, tem mais: em 1000 é, é, no começo de 2003 para cá, foram arrecadados R$ 65 bilhões para transportes, para estradas na Cide. É um imposto. Sabe quanto foi gasto disso pelo governo federal? Vinte e cinco. Ou seja, foram R$ 40 bilhões arrecadados dos contribuintes para investir em estradas do governo federal que não foram utilizados. A primeira coisa que eu vou fazer, William, é utilizar esses recursos para melhorar as estradas. Não é o assunto de concessão que está na ordem do dia. É gastar. É entender o seguinte: por que de cada R$ 3 que o Governo Federal arrecadou, foram 65, ele gastou um terço disso? É uma barbaridade. Fátima Bernardes: Nós estamos. José Serra: Por isso as estradas federais estão nessa situação. Desculpa, Fátima, fala. Fátima Bernardes: Não, candidato. É que como nós temos um tempo, eu queria dar ao senhor os 30 segundos para o encerramento, para o senhor se dirigir ao. Fátima Bernardes: Já passou, já estamos, olhe lá, Onze e quarenta e sete e os seus eleitores. José Serra: Olha, eu vim aqui, queria, em primeiro lugar, agradecer a vocês por essa oportunidade. Eu tenho uma origem modesta, meus pais eram muito modestos. Eu acho que eles nunca sonharam que um dia eu estaria aqui no Jornal Nacional, que eles assistiam diariamente, aliás pela segunda vez, falando como candidato a presidente da República. Eu devo a eles até onde eu cheguei. Devo a eles, devo à escola pública e acabei virando professor universitário, mas também sempre ligado às questões públicas, desde que eu fui presidente da União Nacional dos Estudantes até hoje. O que eu peço hoje. William Bonner: Seu tempo, candidato. José Serra: Para concluir é o seguinte: eu acho que o Brasil pode continuar e pode melhorar muito. O que eu queria pedir às pessoas. William Bonner: Candidato, o senhor me obriga a interrompê-lo, me perdoe, me perdoe. William Bonner: É em respeito. Não posso. Porque é em respeito aos demais candidatos que estiveram aqui. E eu sei que o senhor vai compreender. E eu quero agradecer a sua presença aqui. José Serra: Não. Eu compreendo. Obrigado. William Bonner: Boa Noite. Fátima Bernardes: Bom. Boa noite. José Serra: Boa noite.


( = ) 57971 - O tempo que vale mais - http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4616076-EI8210,00.html - Wed, 11 Aug 2010 08:09:16 -0200 = 0.0260441721436381

Por mais que quisesse duvidar, as provas estavam diante dele na forma de radiografias presas àquelas paredes de luz. O médico falava com a voz humilde que os médicos assumem nesse momento e lhe avisava que a sua vida tinha agora um prazo conhecido para acabar: um ano, um pouco menos, um pouco mais. || Por mais que quisesse duvidar, as provas estavam diante dele na forma de radiografias presas àquelas paredes de luz. O médico falava com a voz humilde que os médicos assumem nesse momento e lhe avisava que a sua vida tinha agora um prazo conhecido para acabar: um ano, um pouco menos, um pouco mais. Súbito, como se imagina que essas coisas aconteçam, lhe veio uma idéia, e essa enfiou-se nele com tanta força que tinha que sair dali imediatamente para colocá-la em prática, sem perda de tempo. O tempo agora valia mais. A idéia que teve era a de que usaria esse último ano lendo. Leria tudo que pudesse e nunca havia lido. Não, ele não era um fã da leitura nem nunca pensou muito nisso. Tinha lido, é certo, alguns livros durante a vida, mas agora, diante da sentença de morte que havia recebido - essa que era uma sentença inesperada, já que veio depois de um exame de rotina -, não conseguia pensar em outra coisa. Não pensou em viagens, mulheres ou qualquer plano de fuga. Pensava apenas que iria ler. De manhã, de tarde e de noite. Chegou em casa carregando um pacote de livros recém-comprados. A mulher perguntou pelos exames e ele disse "vamos ver", depois encerrou-se no quarto e abriu o primeiro livro. O ano passou como passam os anos, com a impressão de ligeireza para quem adiou mais uma vez seus objetivos e vagaroso para os sofridos. Para o nosso personagem, o diagnóstico médico havia servido como uma alforria de todos os compromissos, especialmente aqueles que tinha consigo mesmo. Sem perspectivas de futuro, ele acabou com as necessidades de aprendizado, conquistas intelectuais e pôde se debruçar na leitura, tirando dela apenas o prazer que ela podia lhe dar. Foi assim que acabou vivendo um ano bom. Nada o obrigava a nada, a não ser o desejo. E o desejo, esse que havia esquecido em algum lugar do passado, o obrigou a ler, viajar através das palavras alheias, tomar emprestadas todas as experiências possíveis. Voltou ao consultório do médico das más notícias. Elas se confirmaram. A morte logo se anunciaria com suas óbvias asas escuras. Desta vez, entretanto, reagiu quando o médico avisou que a vida dele estava cada vez mais no fim. Ele disse (e disse mais para si do que para o outro, como se fosse um resumo do que havia aprendido naquele ano) que a vida não foi, nem será. A vida é.


( = ) 61846 - Jornal diz que Cleo Pires se irritou com Larissa Riquelme - http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI4616922-EI13419,00.html - Wed, 11 Aug 2010 09:36:50 -0200 = 0.0260406729973362

De acordo com a coluna Diário da Fama, do jornal Diário de S.Paulo, a atriz Cleo Pires não gostou nem um pouco de ver a modelo paraguaia Larissa Riquelme na festa de lançamento de sua Playboy e comemoração dos 35 anos da revista no Brasil. || De acordo com a coluna Diário da Fama , do jornal Diário de SPaulo , a atriz Cleo Pires não gostou nem um pouco de ver a modelo paraguaia Larissa Riquelme na festa de lançamento de sua Playboy e comemoração dos 35 anos da revista no Brasil. Segundo a publicação, ela fez uma série de exigências para a revista e a única que acabou não sendo acatada foi a realização de uma festa exclusiva. Como o evento também comemorava o aniversário da Playboy , muitas mulheres conhecidas por suas sensualidades e atributos físicos estiveram presentes.


( = ) 37261 - 2.084 medidas de proteção este ano - http://opovo.uol.com.br/app/o-povo/fortaleza/2010/08/10/interna_fortaleza,2028826/2-084-medidas-de-protecao-este-ano.shtml - Tue, 10 Aug 2010 05:00:00 GMT = 0.0256418306277584

O Juizado de Violência contra a Mulher já precisou encaminhar este ano 2.084 medidas de proteção às mulheres que sofrem violência doméstica. Aos poucos, as agredidas vão depositando confiança na Lei Maria da Penha || A decisão não é tomada num impulso. Geralmente, é adiada muitas vezes antes de ser concretizada. Mesmo assim, relutantes, cada vez mais mulheres vítimas de violência depositam as denúncias e a confiança nos mecanismos previstos pela Lei Maria da Penha. No último sábado, 7, a legislação brasileira específica para a violência doméstica completou quatro anos. Segundo o Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Fortaleza, só até julho de 2010, uma média de quase 10 medidas de proteção foram deferidas por dia para resguardar as vítimas. As medidas protetivas, que podem, por exemplo, afastar o agressor do ambiente doméstico depois de uma denúncia, foram uma das principais inovações da lei. Na manhã de ontem, o Juizado apresentou um balanço de suas atividades a representantes de outras instituições que fazem atendimento a mulheres vítimas de violência. A juíza titular, Rosa Mendonça, reconheceu os avanços para visibilidade da violência que antes ficava restrita ao ambiente familiar. Se, por um lado, comemora-se o crescimento das denúncias, por outro há preocupação com a rede de atendimento, que precisa ser ampliada. Atualmente, só há uma Delegacia de Defesa da Mulher em Fortaleza e apenas um juizado, onde tramitam mais de 8000 processosAlém disso, a equipe multidisciplinar que atende as vítimas no juizado é pequena para a demanda. “Não é a violência que tem aumentado, ela está sendo denunciada. Precisam ser criados mais juizados, nas cidades grandes do Interior. Nosso prédio não comporta mais essa estrutura, pelo número de audiências que nós realizamos”, afirma a juíza Rosa Mendonça. A promotora de Justiça titular do Juizado, Valeska Nedehf, ressalta que na própria legislação brasileira há obstáculos para que a Lei Maria da Penha seja mais efetiva. Para ela, o principal problema é não haver uma tipificação específica para os crimes com foco no combate à violência contra a mulher, à exceção da lesão corporal leve. “Para ameaça, que é o maior volume, junto à lesão corporal. a gente não tem tipo específico. Como a pena é muito pequena (no Código Penal), a gente tem dificuldade de apenar esses indivíduos e até manter uma prisão por mais tempo”, explica, acrescentando haver um trabalho institucional por modificações. A Lei Maria da Penha, a lei nº 11340, foi criada no dia 7 de agosto de 2006. O Juizado da Mulher receberia ontem a visita da Frente Parlamentar dos Direitos da Mulher, da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal de Fortaleza. O encontro foi cancelado por causa do falecimento do pai da vereadora Eliana Gomes, que preside a Frente. Desde quando foi criado, em dezembro de 2007, até julho de 2010, o Juizado da Mulher concedeu 9130 medidas protetivas. Por mês, o Juizado realiza 540 audiências. Até julho, tramitavam no juizado 8240 processos, como, por exemplo, medidas protetivas, inquéritos policiais e comunicados de prisão em flagrante. Um caso de violência pode originar mais de um processo. Até junho desde ano, 94 mulheres foram assassinadas no Estado. Considerando o ano todo, foram foram 132 em 2009 e 93 em 2008.


( = ) 64577 - Dólar opera em alta nesta quarta-feira - http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/08/dolar-acentua-alta-cotado-a-r-1768-na-venda.html - Wed, 11 Aug 2010 10:38:04 -0300 = 0.0256356590796005

No início da sessão, valorização da moeda era de 0,56%. Divulgação de dados sobre a economia chinesa pode influenciar mercado. || A moeda americana registra alta desde o início da sessão desta quarta-feira (11). Por volta das 15h, o dólar comercial tinha valorização de 0,62%, cotado a R$ 1,769 na venda. Nesta quarta-feira, o Instituto Nacional de Estatísticas da China divulgou uma série de dados sobre a economia do país asiático. Apenas alguns vieram em linha com a expectativa do mercado. É o caso da produção industrial, que aumentou a uma taxa anual de 13,4% em julho, percentual ligeiramente inferior aos 13,7% registrados no mês anterior. Durante esta manhã, os investidores souberam que o déficit comercial americano atingiu US$ 49,9 bilhões em junho, valor 19% superior ao resultado negativo de maio, de US$ 41,98 bilhões (revisado). O resultado é melhor do que esperavam os analistas, mas não foi suficiente para reduzir a aversão ao risco entre os agentes.


( = ) 67184 - Eminem atinge a marca de dez milhões de fãs no Facebook - http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4617118-EI12884,00.html - Wed, 11 Aug 2010 11:52:05 -0200 = 0.0255827952752289

O rapper norte americano se tornou a terceira pessoa viva a ter mais de dez milhões de fãs na rede de relacionamentos. Antes dele, apenas Lady Gaga e o presidente dos EUA Barack Obama tinham ultrapassado a marca. Michael Jackson, morto em junho do ano passado, tem mais de 18 milhões de fãs no Facebook. || O rapper norte-americano se tornou a terceira pessoa viva a ter mais de dez milhões de fãs na rede de relacionamentos. Antes dele, apenas Lady Gaga e o presidente dos EUA Barack Obama tinham ultrapassado a marca. Michael Jackson, morto em junho do ano passado, tem mais de 18 milhões de fãs no Facebook. Na manhã desta quarta-feira, o rapper tem exatos 10190085 fãs no site. Em julho, Lady Gaga protagonizou uma "corrida" com Obama sobre quem atingiria primeiro a marca dos dez milhões de fãs. Após vencer a disputa, a cantora postou uma mensagem de agradecimento: "Obrigado a todos pelo amor e apoio", escreveu. Hoje, ela já tem mais de 15 milhões de fãs no Facebook, e Obama tem cerca de 12 milhões.


( = ) 78344 - Editoras abordam realidade de pais gays em livros didáticos na Holanda - http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2010/08/11/editoras-abordam-realidade-de-pais-gays-em-livros-didaticos-na-holanda.jhtm - Wed, 11 Aug 2010 16:10:00 -0300 = 0.0253093556202373

|| Há muito que crianças muçulmanas com véu na cabeça e também representantes de outras culturas estrangeiras fazem parte de livros didáticos holandeses. Editoras agora querem incluir realidade de casais homossexuais.


( = ) 80788 - Após nova derrota, Vila Nova perde gerente de futebol - http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI4617934-EI1991,00.html - Wed, 11 Aug 2010 16:55:00 -0200 = 0.025222369192104

Após ser derrotado em casa pela Ponte Preta por 2 a 1 nesta terça feira, o Vila Nova perdeu também seu gerente de futebol. Na tarde desta quarta feira, a diretoria do clube anunciou que Jair Rabelo deixou o cargo na equipe, que ocupava desde maio desta temporada. || Após ser derrotado em casa pela Ponte Preta por 2 a 1 nesta terça-feira, o Vila Nova perdeu também seu gerente de futebol. Na tarde desta quarta, a diretoria do clube anunciou que Jair Rabelo deixou o cargo na equipe, que ocupava desde maio desta temporada. Sob a gerência de Rabelo, o Vila Nova disputou onze jogos. Foram dez derrotas e um empate (com o Ipatinga, por 2 a 2, no Serra Dourada), o que deixou a equipe na última colocação da Série B do Campeonato Brasileiro, com apenas quatro pontos conquistados em 14 jogos. A única vitória do Vila Nova aconteceu antes de Jair Rabelo assumir a gerência de futebol da equipe. Com Rabelo no comando, 22 jogadores e dois treinadores passaram pelo time goiano, mas não conseguiram tornar o time competitivo.


( = ) 92253 - José Serra é entrevistado no JN - http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/08/jose-serra-e-entrevistado-no-jn.html - Wed, 11 Aug 2010 22:11:30 -0300 = 0.0249339592596559

William Bonner e Fátima Bernardes entrevistaram, nesta quarta-feira, o candidato do PSDB à presidência. Veja a íntegra em texto e vídeo. || William Bonner: Nesta semana, o Jornal Nacional entrevista os principais candidatos à Presidência sobre questões polêmicas das candidaturas e sobre ações desses candidatos à frente de cargos públicos. Nas próximas semanas, o Bom Dia Brasil e o Jornal da Globo farão o mesmo. O sorteio, acompanhado por assessores dos partidos, determinou que hoje nós recebamos, aqui na bancada, José Serra, do PSDB. Boa noite, candidato. José Serra: Boa noite, William. William Bonner: A entrevista vai durar 12 minutos, e o tempo começa a ser contado a partir de agora. Candidato, desde o início desta campanha, o senhor tem procurado evitar críticas ao presidente Lula. O senhor acha que. E em alguns casos fez até elogios a ele. José Serra: Olha, o Lula não é candidato a presidente. O Lula, a partir de 1º de janeiro, não vai ser mais presidente da República. Quem estiver lá vai ter de conduzir o Brasil. Não há presidente que possa governar na garupa, ouvindo terceiros ou sendo monitorado por terceiros. Eu estou focado no futuro. Hoje tem problemas e tem coisas boas. O que nós temos que fazer? Reforçar aquilo que está bem e corrigir e poder melhorar aquilo que não andou direito. É por isso que eu tenho enfatizado sempre que o Brasil precisa e que o Brasil pode mais. Onde? Na área da saúde, na área da segurança, na área da educação, inclusive do ensino profissionalizante. Meu foco não é o Lula. Ele não está concorrendo comigo. William Bonner: Entendo. José Serra: Não, não vejo por quê. Eu acho que as pessoas estão preocupadas com o futuro, né? Quem vai tocar o Brasil, quem tem mais condições de poder tocar o Brasil para a frente, que não é uma tarefa fácil. Inclusive de pegar aqueles problemas que hoje a população considera como os mais críticos e resolvê-los. Dou como exemplo, novamente, entre outros, a questão da saúde. Então, o importante agora é isso. E as pessoas estão nisso. O governo Lula fez coisas positivas, né? Outras coisas, deixou de fazer. A discussão não é o Lula. A discussão é o que vem para a frente, tá certo? Os problemas do Brasil de hoje e o que tem por diante. Fátima Bernardes: O senhor tem insistido muito na tecla de que o eleitor deve procurar comparar as biografias dos candidatos que estarão concorrendo, que estão concorrendo nesta eleição. O senhor evita uma comparação de governos. José Serra: Olha, porque são condições diferentes. Eles governaram em períodos diferentes, em circunstâncias diferentes. O governo anterior, do Fernando Henrique, fez uma. muitas contribuições ao Brasil, entre elas o Plano Real. A inflação era de 5000% ao ano, né? E ela foi quebrada a espinha. As novas gerações nem têm boa memória disso. E várias outras coisas que o governo Lula recolheu e seguiu. O Antonio Palocci, que foi ministro da Fazenda do Lula e hoje é o principal assessor da candidata do PT, nunca parou de elogiar, por exemplo, o governo Fernando Henrique. Mas nós não estamos fazendo uma disputa sobre o passado. Fátima Bernardes: Mas. José Serra: E o Mano Menezes, Fátima, desculpe, fosse estar preocupado em saber quem era melhor para efeito de ganhar a Copa de 14. Isso é uma coisa que os adversários fazem para tirar o foco de que o próximo presidente vai ter de governar e não pode ir na garupa. E tem que ter ideias também. Não só coisas que fez no passado, mas também ideias a respeito do futuro. José Serra: Por isso. E é isso o que eu estou fazendo. Por exemplo, mostro na saúde. Eu fui ministro da Saúde. Fiz os genéricos, os mutirões, a campanha contra a Aids que foi considerada a melhor campanha contra a Aids do mundo, uma série de coisas. A saúde, nos últimos anos, não andou bem. Por exemplo, queda, diminuição do número de cirurgias eletivas, aquelas que não precisa fazer de um dia para o outro, mas são muito importantes. Caiu, né? Pararam os mutirões. Muita prevenção que se fazia acabou ficando para trás. Faltam ainda hospitais nas regiões mais afastadas dos grandes centros. Tem problemas com as consultas, tem problemas de demoras. Enfim, tem um conjunto de coisas, inclusive relacionadas por exemplo com a saúde da mulher. Tudo isso precisa ser equacionado no presente. Eu estou apontando os problemas existentes. William Bonner: Agora, candidato, vamos ver uma questão. O senhor me permita, para a gente poder conversar melhor. José Serra: Sim, sim, claro. William Bonner: Uma questão política. Nesta eleição, existem contradições muito claras nas alianças formadas pelos dois partidos que têm polarizado as eleições presidenciais brasileiras aí nos últimos 16 anos, né? O PT se aliou a desafetos históricos. O seu partido, o PSDB, está ao lado do PTB, um partido envolvido no escândalo do mensalão petista, no escândalo que inclusive foi investigado e foi condenado de forma muito veemente pelo seu partido, o PSDB. José Serra: William, é uma boa pergunta. O PTB, no caso de São Paulo, por exemplo, sempre esteve com o PSDB, de uma ou de outra maneira. Isso teve uma influência grande na aliança nacional. Os partidos, você sabe, são muito heterogêneos. O personagem principal. Os personagens principais do mensalão nem foram do PTB. Os personagens principais foram do PT, aliás, mediante denúncia do Roberto Jeferson, que era então líder do PTB. William Bonner: Os nomes de petebistas, todos, uma lista muito vasta, começando pelo Maurício Marinho. José Serra: Você tem 40 lá no Supremo Tribunal Federal. Willlam Bonner: Não, exato. José Serra: E o PT ganha disparado. José Serra: Olha, o Roberto Jefferson, é o presidente do PTB, ele não é candidato. Ele conhece muito bem o meu programa de governo, o meu estilo de governar. O PTB está conosco dentro dessa perspectiva. Eu não tenho compromisso com o erro. Aliás, nunca tive na minha vida. Tem coisa errada, as pessoas pagam, né? Quem é responsável por si é aquele que comete o erro, é ele que deve pagar. Eu não fico julgando. Mas eu não tenho compromisso com nenhum erro. Agora, quem está comigo sabe o jeito que eu trabalho. Por exemplo, eu não faço aquele loteamento de cargos. Para mim, não tem grupinho de deputados indicando diretor financeiro de uma empresa ou indicando diretor de compras de outra. Por quê? Para que que um deputado quer isso? Evidentemente não é pra ajudar a melhorar o desempenho. É para corrupção. Comigo isso não acontece. Não aconteceu na saúde, no governo de São Paulo e na prefeitura. Fátima Bernardes: Candidato, nesta eleição, quer dizer, o senhor destaca muito a sua experiência política. Mas na hora da escolha do seu vice, houve um certo, um certo conflito com o DEM exatamente porque houve uma demora para o aparecimento desse nome. Muitos dos seus críticos atribuem essa demora ao seu perfil centralizador. O nome do deputado Índio da Costa apareceu 18 dias depois da sua oficialização, da convenção que oficializou a sua candidatura. É. José Serra: Está. Fátima, deixa só eu te dizer uma coisa. Eu não sou centralizador. Eu sei que tenho a fama de centralizador. Mas no trabalho, eu delego muito. Eu sou mais um cobrador. Eu acompanho tudo. Fátima Bernardes: Eu falei centralizador porque até no seu discurso de despedida do governo de São Paulo, o senhor mesmo explicou sobre essa fama de centralizador. José Serra: Que eu não era centralizador. E todo muito que trabalha comigo sabe disso, eu delego muito. Agora, eu acompanho porque quem coordena, quem chefia tem que acompanhar para as coisas acontecerem. A questão da vice estava orientada numa direção. Por circunstancias políticas, acabou não acontecendo. E o Índio da Costa, que foi o escolhido, estava entre os nomes que a gente cogitava. Só que isso não tinha ido para a opinião pública porque senão é uma fofoca só. Fulano, cicrano, isso e aquilo. Ele disputou quatro eleições, é um homem de 40 anos e foi um dos líderes da aprovação do ficha limpa no Congresso. Eu acho que. José Serra: E um mandato deputado federal. Fátima Bernardes: Que ele está exercendo pela primeira vez. José Serra: Eu acho que isso o qualifica perfeitamente. O que vale é a experiência na vida pública. Tem livros sobre administração e eu insisto. Sua atuação no Congresso Nacional foi marcada pelo ficha limpa. Se você for pegar também outros vices, do ponto de vista da experiência pública, cada um tem suas limitações. Mas eu não estou aqui para ficar julgando os outros. Eu só sei que o meu vice, jovem, ficha limpa, preparado, com muita vontade, e do Rio de Janeiro, é um vice adequado. Eu me sinto muito bem com ele. Agora, devo dizer o seguinte. William Bonner: Candidato. Candidato. José Serra: Eu tenho muito boa saúde. Ninguém está sendo vice comigo achando que eu não vou concluir o mandato. William Bonner: Mas um vice não assume só nessas circunstâncias. Fátima Bernardes: Trágicas. José Serra: Mas, enfim. Eu não sei até que ponto. William Bonner: Candidato, eu gostaria de abordar um pouquinho também da sua passagem pelo governo de São Paulo. O senhor foi governo em São Paulo durante quatro anos, seu partido está no poder em São Paulo há 16 anos. Então é razoável que a gente avalie aqui algumas dessas ações. A primeira que eu colocaria em questão aqui é um hábito que o senhor mesmo tem de criticar o modelo de concessão das estradas federais. De outro lado, os usuários, muitos usuários das estradas estaduais de São Paulo que estão sob regime de concessão, se queixam muito do preço e da frequência com que são obrigados a parar para pedágio, quer dizer, uma quantidade de praças de pedágio que eles consideram excessiva. José Serra: Olha, antes disso. No caso de São Paulo, tem uma pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes, um organismo independente: 75% dos usuários das estradas do Brasil acham as paulistas ótimas ou boas. 75%, um índice de aprovação altíssimo. Isso para as federais é apenas 25%. De cada dez estradas federais, sete estão esburacadas. São as rodovias da morte. Na Bahia, em Minas, BH, Belo Horizonte, Governador Valadares, em Santa Catarina. Enfim, por toda a parte. O governo federal fez um tipo de concessão que não está funcionando. William Bonner: Mas a que o senhor fez motivou críticas quanto ao preço. Então a questão que se impõe é a seguinte, candidato: não existe um meio termo? Ou o cidadão brasileiro tem uma estrada boa e cara ou ele tem uma estrada ruim e barata. José Serra: Eu acho que pode ter uma estrada boa que não seja cara, se você trabalhar direito. Por exemplo, a concessão que eu fiz da Ayrton Senna. O pedágio anterior era cobrado pelo órgão estadual. Caiu para a metade o pedágio. É que realmente, geralmente, os exemplos bons não veem. José Serra: Esse modelo que diminuiu pode ser adotado, porque você tem critérios para ser examinados. O governo federal fez estradas pedagiadas. Só que estão, por exemplo, no caso de São Paulo, a Régis Bittencourt, que é federal, ela continua sendo a rodovia da morte. E a Fernão Dias, Minas-São Paulo, está fechada. Você percebe? Nunca o Brasil esteve com as estradas tão ruins. Agora, tem mais: em 1000 é, é, no começo de 2003 para cá, foram arrecadados R$ 65 bilhões para transportes, para estradas na Cide. É um imposto. Sabe quanto foi gasto disso pelo governo federal? Vinte e cinco. Ou seja, foram R$ 40 bilhões arrecadados dos contribuintes para investir em estradas do governo federal que não foram utilizados. A primeira coisa que eu vou fazer, William, é utilizar esses recursos para melhorar as estradas. Não é o assunto de concessão que está na ordem do dia. É gastar. É entender o seguinte: por que de cada R$ 3 que o Governo Federal arrecadou, foram 65, ele gastou um terço disso? É uma barbaridade. Fátima Bernardes: Nós estamos. José Serra: Por isso as estradas federais estão nessa situação. Desculpa, Fátima, fala. Fátima Bernardes: Não, candidato. É que como nós temos um tempo, eu queria dar ao senhor os 30 segundos para o encerramento, para o senhor se dirigir ao. Fátima Bernardes: Já passou, já estamos, olhe lá, Onze e quarenta e sete e os seus eleitores. José Serra: Olha, eu vim aqui, queria, em primeiro lugar, agradecer a vocês por essa oportunidade. Eu tenho uma origem modesta, meus pais eram muito modestos. Eu acho que eles nunca sonharam que um dia eu estaria aqui no Jornal Nacional, que eles assistiam diariamente, aliás pela segunda vez, falando como candidato a presidente da República. Eu devo a eles até onde eu cheguei. Devo a eles, devo à escola pública e acabei virando professor universitário, mas também sempre ligado às questões públicas, desde que eu fui presidente da União Nacional dos Estudantes até hoje. O que eu peço hoje. William Bonner: Seu tempo, candidato. José Serra: Para concluir é o seguinte: eu acho que o Brasil pode continuar e pode melhorar muito. O que eu queria pedir às pessoas. William Bonner: Candidato, o senhor me obriga a interrompê-lo, me perdoe, me perdoe. William Bonner: É em respeito. Não posso. Porque é em respeito aos demais candidatos que estiveram aqui. E eu sei que o senhor vai compreender. E eu quero agradecer a sua presença aqui. José Serra: Não. Eu compreendo. Obrigado. William Bonner: Boa Noite. Fátima Bernardes: Bom. Boa noite. José Serra: Boa noite.


( = ) 91285 - Internacional começa a decidir o título da Libertadores - http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/08/internacional-comeca-decidir-o-titulo-da-libertadores.html - Wed, 11 Aug 2010 21:35:11 -0300 = 0.0249283270070912

Jogando em casa, o Chivas tem apoio da torcida, um bom time e o gramado sintético do campo, com o qual já estão acostumados. || O Internacional começa a decidir nesta quarta-feira, no México, o título da Libertadores da América. A Arena de Guadalajara estará lotada para o primeiro de dois jogos da decisão da Libertadores. Jogando em casa, o Chivas tem apoio da torcida, um bom time e o gramado sintético do campo, com o qual já estão acostumados. Já o Internacional terá o desfalque de Tinga, que ainda não tem substituto definido. Mas o time tentará pintar a América e o mundo de vermelho, visando a final do Mundial em dezembro, que acontecerá em Abu Dhabi. O Brasil inteiro vai assistir Internacional e Chivas, menos os estados de São Paulo e Bahia, que assistem Vitória e Palmeiras pela Copa Sul-Americana.


( = ) 56033 - Mulher é presa por roubar convidados em festa da 'Playboy' - http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4616746-EI5030,00.html - Wed, 11 Aug 2010 07:26:55 -0200 = 0.0246891333275238

Uma mulher de 26 anos foi presa na terça feira suspeita de roubar convidados na festa de lançamento da edição de agosto da revista Playboy, no Rio de Janeiro. Segundo a polícia, Vanessa Freire de Mello entrou no evento sem convite, aproveitando se do tumulto da chegada dos convidados e da estrela da festa, a atriz Cleo Pires, capa da edição. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. || Uma mulher de 26 anos foi presa na terça-feira suspeita de roubar convidados na festa de lançamento da edição de agosto da revista Playboy , no Rio de Janeiro. Segundo a polícia, Vanessa Freire de Mello entrou no evento sem convite, aproveitando-se do tumulto da chegada dos convidados e da estrela da festa, a atriz Cleo Pires, capa da edição. As informações são do jornal Folha de SPaulo . Na festa, Vanessa teria furtado carteiras e um notebook. Os convidados denunciaram os sumiços e chamaram a polícia. Aos policiais, Vanessa se apresentou como modelo, atriz e operadora de telemarketing. Após revistá-la, os policiais encontraram a maioria dos objetos. A mulher foi indiciada por furto.


( = ) 79329 - Cantora e atriz Maite Perroni almoça em restaurante de SP - http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI4617854-EI13419,00.html - Wed, 11 Aug 2010 16:39:26 -0200 = 0.0244568803597422

A cantora e atriz Maite Perroni aproveitou a tarde desta quarta feira (11) para almoçar no restaurante Chácara Santa Cecília, em São Paulo. || A cantora e atriz Maite Perroni aproveitou a tarde desta quarta-feira (11) para almoçar no restaurante Chácara Santa Cecília, em São Paulo. Simpática, ela posou e tirou fotos com os presentes no restaurante.


( = ) 79820 - Em SP, vereador do PP faz campanha em comício de Alckmin - http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4617786-EI15341,00.html - Wed, 11 Aug 2010 16:47:41 -0200 = 0.0243472083277996

Fernanda Frozza Direto de São Paulo || A visita de Geraldo Alckmim, candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB, a uma base da polícia militar na Vila Guilherme, nesta quarta-feira (10), contou com a presença inusitada do vereador Wadih Mutran (PP), cujo partido tem o deputado federal Celso Russomanno como candidato ao governo. Mutran chegou ao local em um carro da Corregedoria e foi acusado pelos jornalistas presentes de estar realizando campanha, após identificação de material de divulgação em seu porta-malas. O vereador negou, afirmando exaltado que "isso não é campanha. Eu fui convidado para vir aqui. É muito feio vocês virem aqui fazer sensacionalismo". O Vectra prata permaneceu estacionado em local proibido durante trinta minutos, antes da chegada de Alckmin. Distraído, o motorista de Mutran abriu o porta-malas e pegou alguns folhetos e, pouco depois, percebeu a presença de jornalistas que tiravam fotos e comentavam a situação. Para complicar a vida de Wadih Mutran, no meio da Praça Oscar Silva - local que Alckmin visitava - estavam espalhados cartazes e panfletos do candidato a deputado estadual pelo DEM Ricardo Mutran, filho do vereador. Sem jeito, ele afirmou que torce pelo filho, mas que não estava ali para apoiá-lo. "Se eu tivesse vindo apoiá-lo seria diferente. E sei que ele está aí porque os carros estão aí, mas eu não estive com ele". Quando questionado sobre o uso de carro oficial para comparecer em campanha, o vereador argumentou que é assim que ele se desloca para todo lado. "Eu vou pagar um carro para ficar parado na Câmara e vou ter que dirigir o meu carro? Vale a pena pagar 1600 reais por mês e deixar o carro na garagem da Câmara? Eu ando cansado, não consigo ficar dirigindo . Por que vocês não colocam no jornal para eles darem a gasolina e o motorista para mim? Aí eu ando com o meu carro", ironizou.


( = ) 68124 - Dia do Advogado é comemorado hoje; conheça estante jurídica da Livraria da Folha - http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/780797-dia-do-advogado-e-comemorado-hoje-conheca-estante-juridica-da-livraria-da-folha.shtml - Wed, 11 Aug 2010 12:12:00 -0300 = 0.0242981148350378

|| Hoje é comemorado o dia do advogado. Esta data foi escolhida porque em 11 de agosto de 1827, d. Pedro 1º criou os dois primeiros cursos de direito no país: um em Olinda (PE) no Mosteiro de São Bento, outro no largo São Francisco, em São Paulo. Algumas obras são essenciais para quem exerce essa profissão. Os autores Brunno Pandori Giancoli e Fábio Vieira Figueiredo esclarecem as modificações da legislação da nova lei do inquilinato. Assim, o leitor terá uma visão geral do assunto, permitindo o estudo e a reflexão dos impactos dessas alterações. A obra revela a mudança constitucional do divórcio, o rumo da emancipação dos cônjuges e da afirmação de suas liberdades para constituir, desconstituir e reconstituir seus projetos de vida familiar. Trata-se de uma verdadeira coletânea legislativa para pronta consulta. O CD-ROM que acompanha o livro traz: tutorial de apoio à consulta, prática forense com modelos de peças processuais, nas esferas civil, comercial, penal, trabalhista e tributária, elaborados por autores renomados, dicionário de expressões latinas e versão para palm top e iPhone das normas complementares e atualização semanal gratuita pela internet com aviso por e-mail e SMS. O objetivo do código é mesclar a análise do texto legal com a jurisprudência mais atualizada, sempre contando com a visão crítica do autor. Para melhor estudo e ilustração dos pontos interessantes, foram elaboradas apresentações esquemáticas da matéria. A obra traz, ainda, os conceitos de direito penal, política criminal, criminologia e escolas penais, entre outros. Quem é herdeiro e quem não é, como e por que fazer um testamento, como é feito um inventário, o que são legados, como resolver brigas entre herdeiros e as grandes mudanças promovidas pelo novo Código Civil são algumas das questões tratadas neste livro, que esclarece as principais dúvidas do público leigo sobre o assunto.


( = ) 85494 - Primeira delegacia da mulher do país completa 25 anos - http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/08/primeira-delegacia-da-mulher-do-pais-completa-25-anos.html - Wed, 11 Aug 2010 19:30:58 -0300 = 0.0242250496253242

São Paulo foi a primeira cidade a oferecer o tipo de serviço. Em 2009, foram registradas quase 30 mil queixas de agressão. || Há 25 anos surgia em São Paulo a primeira delegacia da mulher do Brasil. Nesse tempo, as leis contra a violência doméstica evoluíram muito. Mesmo assim, sete em cada dez vítimas ficam com o agressor. Mas algumas mulheres reagem e denunciam. Uma vítima que teve um casamento de três anos lembra apenas de ofensas e agressões nos últimos dois. “Ele tinha uma técnica, não sei, de sempre não deixar marcas, então ele batia na cabeça”, conta uma vítima. Em São Paulo, em 2008, foram registradas quase 24 mil queixas. Em 2009, 5 mil a mais. Por que mesmo com uma legislação mais rigorosa - com a lei Maria da Penha - 258 mulheres foram assassinadas na cidade, no ano passado? Segundo a delegada Celi Paulino Carlota, falta punição. “Falta punição, o processo ainda é lento. Hoje em dia no nosso país demora-se muito, há muito processo, fórum abarrotado. Então acho que a impunidade é o que leva tantos homens a matarem suas próprias esposas, companheiras, namoradas”, afirma Celi. Para a polícia, há ainda outros motivos - 70% das vítimas voltam para o agressor, depois que registram boletim de ocorrência, segundo a Delegacia de Defesa da Mulher. Não levam o processo até o final e a maioria continua sofrendo agressões. Uma jovem – que prefere não ser identificada - teve coragem de denunciar um estupro, mas está pensando em retirar a queixa. “Não tenho tempo de correr atrás porque eu trabalho muito. Deixo com a justiça de Deus. Deus sabe o que faz”, diz. Depois de um casamento violento, uma outra jovem diz que cansou de perdoar. ”A gente cai numa armadilha. A gente lembra sempre da parte boa e acaba esquecendo. Quando você ama alguém, você acaba esquecendo as agressões físicas e lembra da parte boa. A última agressão eu senti que era suficiente, que eu não queria mais isso”, conta.


( = ) 65212 - Na propaganda, Dilma cola em Lula, e Serra foca 'social' - http://www1.folha.uol.com.br/poder/781190-na-propaganda-dilma-cola-em-lula-e-serra-foca-social.shtml - Wed, 11 Aug 2010 10:53:00 -0300 = 0.0242016321064919

|| Na estreia do horário eleitoral gratuito, na próxima terça-feira, Dilma Rousseff (PT) apostará todas as fichas na associação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto José Serra (PSDB) vai investir em mostrar programas de seu governo, para tentar mostrar que tem "sensibilidade social". Fora da polarização entre os dois líderes nas pesquisas, Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) apostam em recursos gráficos, artistas e no suporte da internet para compensar a falta de tempo na TV. O programa do PSDB, comandado por Luiz Gonzalez, incluirá quadros em que Serra visita beneficiários de programas criados por ele. Ele já gravou ao lado de trabalhadores rurais beneficiados pelo Pronaf, de enfermeiras e mutuários da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano). Em recente viagem, visitou pessoas atendidas pela Apae. Nas cenas, Serra atua sempre como "âncora". O PSDB vai comparar a biografia dele com a de Dilma. Num primeiro momento, os ataques ao PT deverão ser reservados às inserções, comerciais de 30 segundos. Os primeiros programas de TV de Dilma mostrarão quase tantas imagens de Lula quanto da candidata. A estratégia do marqueteiro João Santana é grudar no eleitor a ideia de que ela é a continuadora do governo. Obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e beneficiários do Luz Para Todos e do Minha Casa, Minha Vida serão mostrados. A equipe tem captado imagens e coletado histórias pelo país. Dilma faz gravações em diferentes Estados ao menos duas vezes por semana. Também será fundamental apresentar a petista, novata nas urnas. Para isso, foi coletado material histórico e foram gravadas imagens da candidata em Minas, onde nasceu, e no Rio Grande do Sul, sua base política. Na tentativa de aplacar a linguagem técnica e "suavizar" a imagem da candidata, os programas vão apostar em uma linguagem popular. Está em estudo uma espécie de "talk show", no qual a petista responderia a perguntas de uma plateia. O programa de Marina Silva (PV) investirá na linguagem pop para tentar chamar atenção do eleitorado em um minuto e 24 segundos. A principal aposta são filmes em formato de história em quadrinhos, ideia do cineasta Fernando Meirelles, que não atua nas gravações. O modelo é o documentário "The Story of Stuff", da norte-americana Annie Leonard. Quando a candidata falar sobre habitação, por exemplo, será mostrada a animação de uma casa ganhando novos cômodos. O PV usará artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Adriana Calcanhoto. Na primeira semana, a prioridade é apresentar a senadora, que ainda é desconhecida por 34% do eleitorado, segundo o Datafolha. Os programas são coordenados pelo publicitário Paulo de Tarso Santos, que fez as campanhas de Lula em 89 e 94, e devem custar de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões. Com previsão de gastos de R$ 120 mil e só 61 segundos, a propaganda do PSOL será dividida em temas e criticará o governo Lula na área social. O programa, feito pela Realejo Filmes, vai intercalar recursos gráficos e falas de Plínio, quase sempre em estúdio. Na peça que aborda a reforma agrária, por exemplo, uma maquete com a bandeira do Brasil aparece fincada com legumes, frutas e verduras para mostrar como a terra é usada no Brasil. Para compensar a falta de tempo, Plínio convidará os eleitores a visitar seu site de campanha, onde haverá vídeos mais longos.


( = ) 90440 - Lugo pode começar quimioterapia amanhã - http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/08/11/lugo-pode-comecar-quimioterapia-amanha.jhtm - Wed, 11 Aug 2010 21:11:00 -0300 = 0.024096036392324

|| O oncologista Frederico Costa, do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, disse em entrevista coletiva concedida hoje que o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, deve começar a fazer quimioterapia nesta quinta-feira. "Provavelmente amanhã realizaremos a primeira sessão de quimioterapia", declarou Costa. O médico explicou que o diagnóstico de Lugo só será encerrado depois do resultado de uma biópsia da medula espinhal, que deve sair amanhã de manhã. "Precisamos de uma definição da extensão patológica para determinar as condições ideais para iniciar um tratamento", explicou. Os exames também servirão para avaliar a reação de Lugo a este possível tratamento, que deve incluir seis sessões de quimioterapia, segundo os médicos. De acordo com Costa, a primeira sessão do tratamento seria realizada em São Paulo entre amanhã e sexta-feira, e o restante em Assunção em um prazo de entre quatro a seis meses. Caso a primeira sessão seja realizada amanhã, o presidente paraguaio poderia deixar o hospital e voltar ao seu país no sábado. Segundo a hematologista Yana Novis, Lugo está "cem por cento" fisicamente e seu único sintoma foi o aumento de um gânglio na virilha. O ministro da Secretaria de Comunicação e Informação do Paraguai, Augusto dos Santos, que acompanha Lugo, garantiu que a participação de Lugo no Fórum Social das Américas, que começa amanhã e termina no domingo em Assunção, "está de pé". "Segundo a experiência do hospital, ele (Lugo) vai poder seguir exercendo todas as suas funções", assegurou Dos Santos. Lugo está internado no Hospital Sírio-Libanês desde terça-feira. Na semana passada, médicos paraguaios detectaram um câncer linfático após a retirada de um gânglio inguinal, diagnóstico que foi confirmado pela equipe médica do hospital paulistano.


( = ) 74488 - Com pernas à mostra, Julia Roberts lança filme em Nova York - http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI4617574-EI1176,00.html - Wed, 11 Aug 2010 14:32:38 -0200 = 0.0240378177600667

A atriz Julia Roberts esteve na pré estreia de seu novo filme Comer, Rezar, Amar na noite desta terça (10) em Nova York. Ao lado de seu parceiro de cena, Javier Bardem, ela chamou a atenção pelo tamanho do short que usava, deixando as pernas à mostra. || A atriz Julia Roberts esteve na pré-estreia de seu novo filme Comer, Rezar, Amar na noite desta terça (10) em Nova York. Ao lado de seu parceiro de cena, Javier Bardem, ela chamou a atenção pelo tamanho do short que usava, deixando as pernas à mostra. O evento, que aconteceu no Ziegfeld Theatre, contou com a presença da equipe do filme, como a produtora Dede Gardner e o roteirista Ryan Murphy. O ator Josh Brolin, também apareceu ao lado de sua enteada Eleanor Lambert. O filme é uma adaptação do Best Seller de Elizabeth Gilbert. A história conta as aventuras da escritora, vivida por Roberts, quando ela decidiu viajar o mundo para se conhecer melhor. No filme, Bardem faz o papel do brasileiro Felipe. A estreia no Brasil está prevista para 1º de outubro.


( = ) 37129 - TV americana destaca Neymar e David Luiz - http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2010/08/10/tv-americana-desmancha-se-em-elogios-a-neymar-e-david-luiz.jhtm - Wed, 11 Aug 2010 00:08:35 -0300 = 0.0235798591870504

|| Assim como no Brasil, em que o jogo não teve exibição na TV aberta, nos EUA as principais emissoras ignoraram o amistoso entre Brasil e EUA. Na ESPN2 HD, que mostrou o jogo ao vivo, o narrador e o comentarista ficaram encantados com o futebol da renovada seleção brasileira. “Lembrem-se desse nome: Neymar, vocês ainda vão ouvir falar muito dele. Além de fazer um bonito gol, ele mostrou alguns lampejos de genialidade”, disparou um dos locutores, quando o atacante santista foi substituído. Minutos antes, após uma bela jogada do ataque brasileiro, em que Robinho acertou a trave americana, os elogios foram também eloquentes: “É impressionante como eles estão se divertindo. Parece que estão jogando no quintal de casa. Não têm nada a perder. É impressionante como o Brasil produz jogadores. A dupla mostrou-se entusiasmada até com o desempenho do zagueiro David Luiz, que fez sua estreia na seleção. “Ele atua em Portugal. Parece um júnior. Nunca havia ouvido falar, mas é muito bom. ” O parceiro, completou, definindo: “Parece que as Olimpíadas de 2012 vão ser divertidas para os brasileiros”.


( = ) 92396 - Médicos dizem que Lugo deve passar por quimioterapia - http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/08/11/medicos-dizem-que-lugo-deve-passar-por-quimioterapia.jhtm - Wed, 11 Aug 2010 22:04:00 -0300 = 0.0233266379732668

|| São Paulo, 11 ago (EFE). - A equipe médica que atende o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, anunciou hoje que o chefe de Estado deve iniciar um tratamento de quimioterapia. As sessões de quimioterapia devem começar depois do resultado de uma biópsia da medula espinhal, que deve sair amanhã até 12h (hora de Brasília), o qual definirá o alcance de seu linfoma e avaliará a possível reação de Lugo ao tratamento. "Precisamos de uma definição da extensão patológica para determinar as condições ideais para iniciar um tratamento", afirmou o oncologista Frederico Costa em entrevista coletiva no Hospital Sírio-Libanês, onde Lugo está internado desde terça-feira. "Provavelmente amanhã realizaremos a primeira sessão de quimioterapia", declarou Costa. De acordo com o médico, a primeira sessão do tratamento seria realizada em São Paulo entre amanhã e sexta-feira, e o restante em Assunção em um prazo de entre quatro a seis meses. Segundo a hematologista Yana Novis, o diagnóstico até agora é o de um linfoma folicular indolor, "que quase sempre é de baixo perfil de agressividade e que geralmente reage positivamente ao tratamento". Novis relatou que Lugo está "cem por cento" fisicamente e seu único sintoma foi o aumento de um gânglio na virilha, que foi extirpado na semana passada. "O presidente está com um otimismo extraordinário, de bom humor e absolutamente disposto a enfrentar esta adversidade", declarou Costa. Caso a sessão de quimioterapia seja realizada amanhã, o presidente paraguaio poderia sair do hospital e retornar ao seu país no sábado, segundo os médicos. O ministro da Secretaria de Comunicação e Informação do Paraguai, Augusto dos Santos, que acompanha Lugo, garantiu que a participação do presidente no Fórum Social das Américas, que começa amanhã e termina no domingo em Assunção, "está de pé". "Segundo a experiência do hospital, ele (Lugo) vai poder seguir exercendo todas as suas funções", assegurou Dos Santos. O chefe da equipe médica que atende Lugo, Roberto Kalil, afirmou que o presidente paraguaio pediu que sua situação fosse exposta para a imprensa e o povo de seu país. Na semana passada, médicos paraguaios detectaram um câncer linfático em Lugo após a retirada de um gânglio inguinal, diagnóstico que foi confirmado pela equipe médica do hospital paulistano. Para voltar ao Paraguai, Lugo utilizará o mesmo avião da Força Aérea Brasileira no qual chegou a São Paulo na terça-feira e que foi cedido pelo Governo brasileiro.